{"id":2463,"date":"2011-09-05T14:31:45","date_gmt":"2011-09-05T13:31:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/?p=2463"},"modified":"2023-06-12T09:05:47","modified_gmt":"2023-06-12T09:05:47","slug":"residencia-artistica-do-projecto-magaio-voicescapes-com-7-artistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/arquivo\/2463","title":{"rendered":"Resid\u00eancia art\u00edstica Magaio Voicescapes acolhe 7 artistas"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-flex-wrap:wrap;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start fusion-flex-content-wrap\" style=\"max-width:1144px;margin-left: calc(-4% \/ 2 );margin-right: calc(-4% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\"><p><strong>Magaio Voicescapes: Terceiro Ciclo de Resid\u00eancias Art\u00edsticas<\/strong><br \/>\nFreguesias de Candal e Manhouce (concelho de S\u00e3o Pedro do Sul)<br \/>\n12 Setembro a 30 Setembro 2011<br \/>\nApresenta\u00e7\u00f5es P\u00fablicas: 1 e 2 de Outubro 2011<\/p>\n<p>Artistas Residentes:<\/p>\n<p>Patr\u00edcia Azevedo (Brasil) &amp; Clare Charnley (Inglaterra)<br \/>\nRog\u00e9rio Nuno Costa (Portugal)<br \/>\nJosef Sprinzak (Israel)<br \/>\nCarmina Escobar (M\u00e9xico)<br \/>\nToine Horvers (Holanda) &amp; Myriam Van Imschoot (B\u00e9lgica)<\/p>\n<p>A voz \u00e9 o principal instrumento da comunica\u00e7\u00e3o humana. A voz desenha e transmite conte\u00fados, cria rela\u00e7\u00f5es entre sujeitos e pressup\u00f5e escuta e participa\u00e7\u00e3o. A voz (a nossa e a dos outros) leva-nos para fora, liberta-nos do peso insuport\u00e1vel da repeti\u00e7\u00e3o \u00e0 qual de outra forma seriamos confinados. A voz \u00e9 som, \u00e9 s\u00edmbolo de uma interioridade de outro modo inexprim\u00edvel. A voz prepara o sentido do lugar onde a palavra se dir\u00e1.<\/p>\n<p>A voz \u00e9 uma for\u00e7a arqu\u00e9tipa, \u00e9 uma imagem primordial dotada de um poderoso dinamismo criador. \u00c9 o \u201clugar\u201d onde a linguagem se articula, que vai al\u00e9m da voz, com toda a sua for\u00e7a existencial, materialidade e significado. \u201cA voz \u00e9 uma quest\u00e3o ainda n\u00e3o organizada, significante puro e livre que aponta, aludindo e acenando sem dizer. A voz diz-se no momento em que diz: \u00e9 pura exig\u00eancia. O grito inarticulado, o gemido puro, a vocaliza\u00e7\u00e3o sem palavras, o grito de guerra, s\u00e3o explos\u00f5es do ser que se identifica com a sua pr\u00f3pria voz: a voz \u00e9 vontade de dizer e vontade de existir. \u201c(Paul Zumthor)<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o rural Portuguesa do maci\u00e7o da Gralheira (Concelho de S. Pedro do Sul), composta por comunidades de montanha em que agricultura e pastor\u00edcia de subsist\u00eancia eram as actividades dominantes, locais onde a electricidade e consequentemente a televis\u00e3o chegaram h\u00e1 apenas cerca de 30 anos, todo o conhecimento e comunica\u00e7\u00e3o tinha como meio a voz humana. Esse facto por si s\u00f3 \u00e9 suficiente para conferir uma riqueza densa a todo o discurso oral\u2026 a idiossincrasia, o desconcertante, o subliminar, os sotaques, aspectos que v\u00e3o sendo cada vez mais estandardizados.<\/p>\n<p>O programa de resid\u00eancias art\u00edsticas Magaio Voicescapes prop\u00f5e colocar em di\u00e1logo todas as formas de patrim\u00f3nio oral rural e formas art\u00edsticas contempor\u00e2neas centradas na voz (arte sonora, performance, poesia sonora, etc.) que trabalhem aspectos como a origem, o significado, as rela\u00e7\u00f5es do sagrado (reconduzido ao seu significado e simbolismo ancestral de mist\u00e9rio e s\u00edmbolo), a voz como elemento na base de rituais, costumes e supersti\u00e7\u00f5es, capaz de encantar o ouvinte e de trazer mudan\u00e7as profundas no real, nas comunidades e no territ\u00f3rio, a voz como protagonista de mem\u00f3rias, mitos, arqu\u00e9tipos, sabedoria popular transmitida ao longo dos s\u00e9culos, ou ainda a voz quotidiana, ferramenta de trabalho e vida.<br \/>\n<strong><br \/>\n<\/strong><br \/>\n<strong>Projectos Art\u00edsticos:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Patr\u00edcia Azevedo (Brasil) e Clare Charnley (Inglaterra)<\/strong><br \/>\nProjecto Gestosinho<\/p>\n<p>A proposta das artistas \u00e9 gerar interac\u00e7\u00f5es com as pessoas da zona de Manhouce, seu espa\u00e7o geogr\u00e1fico e social, sua identidade e mem\u00f3ria a fim de realizar um poema sonoro, usando pastilhas de \u00e1udio vermelhas, como as que se encontram nos brinquedos falantes. Equacionando a for\u00e7a da cultura oral e o facto do mundo rural ainda manter uma rela\u00e7\u00e3o particular com a paisagem e seus usos, as artistas pensam tecer uma malha po\u00e9tica de realidades materiais e imateriais superpostas. O processo consiste em caminhar gravando nas pastilhas de \u00e1udio figuras sonoras encontradas em paisagens e cenas do quotidiano e, posteriormente, convidar as pessoas a escut\u00e1-las e a criar uma tradu\u00e7\u00e3o livre do som para a voz, uma onomatop\u00e9ia ou figura de linguagem, usando a pr\u00f3pria voz, a ser gravada em outra pastilha.<\/p>\n<p>Clare Charnley (UK) e Patr\u00edcia Azevedo (BR) trabalham em parceria desde 2007. Usam diferentes m\u00eddias \u2013 fotografia, \u00e1udio, v\u00eddeo, performances \u2013 para desenvolver projetos que equacionam observa\u00e7\u00f5es sobre linguagem, territ\u00f3rio e rela\u00e7\u00f5es de poder. Localizam os pr\u00f3prios trabalhos n\u00e3o somente nos artefatos | imagens que realizam mas nas rela\u00e7\u00f5es que se estabelecem entre as pessoas e no acto comunicativo em si. Pelo trabalho em conjunto receberam pr\u00e9mios dos programas Visiting Arts e British Council e foram finalistas do Pr\u00e9mio Northern Art Prize 2009. Foram tamb\u00e9m, em 2010, comissionadas para desenvolver trabalhos na galeria Bluecoat, Liverpool; Besfast Exposed, Belfast; PSL Gallery, Leeds; Crunchtime, York. Al\u00e9m disso, Patricia Azevedo \u00e9 professora de Artes Visuais na Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil e Clare Charnley professora de Belas Artes da Universidade de Leeds Metropolitan.<br \/>\n<strong><br \/>\n<\/strong><br \/>\n<strong>Rog\u00e9rio Nuno Costa (Portugal)<\/strong><br \/>\nVou \u00e0 tua Mesa [do sensual absoluto e outras est\u00e9ticas tecno-emocionais]<\/p>\n<p>O projecto &#8220;Vou \u00e0 tua Mesa&#8221; nasce no contexto da trilogia \u201cVou A Tua Casa\u201d (2003\/2006), uma performance teatral que acontecia nas casas dos espectadores, em espa\u00e7os p\u00fablicos \u00e0 escolha do espectador e na casa do pr\u00f3prio criador. Foi durante o decurso da terceira fase do projecto \u201cVou A Tua Casa\u201d (genericamente sub-intitulado \u201cLADO C\u201d, 2006), que o projecto \u201cVou \u00c0 Tua Mesa\u201d come\u00e7ou a dar os primeiros passos. A performance consistia na cria\u00e7\u00e3o de um contexto relacional e conferencial que acontecia \u00e0 mesa de uma refei\u00e7\u00e3o confeccionada pelo artista, simultaneamente anfitri\u00e3o, orador, cozinheiro, mestre de cerim\u00f3nias e moderador de uma reuni\u00e3o de trabalho ficcionada. A comida \u00e9, neste contexto, n\u00e3o s\u00f3 uma poderosa met\u00e1fora denunciadora dos conceitos de intimidade e de proximidade (caros a toda a trilogia), mas tamb\u00e9m o pretexto mais-que-perfeito para a concretiza\u00e7\u00e3o de uma ideia de performance teatral como \u201cencontro\u201d, utilizando o elemento espec\u00edfico da comida como dispositivo de revela\u00e7\u00e3o sensorial\/sensitivo e como macro-conceito ao mesmo tempo performativo, ritual\u00edstico, visual e relacional.<\/p>\n<p>Vive e trabalha em Lisboa, como artista, investigador e professor. \u00c9 licenciado em Comunica\u00e7\u00e3o Social. Frequenta o Mestrado em Cultura Contempor\u00e2nea e Novas Tecnologias. Trabalhou com o Teatro Praga, S\u00f3nia Baptista, L\u00facia Sigalho, Alain B\u00e9har, Rosa Coutinho Cabral, Nelson Guerreiro, Teresa Prima, entre outros. Colaborou ainda com v\u00e1rias companhias e estruturas, tais como: Alkantara, CCB, Centro em Movimento, Ch\u00e3o de Oliva, Festival Sonda, Quarta Parede, Transforma AC, APAP, [msdm], Buda Arts Centre, Dance Kiosk e Tanz Fabrik. Como criador, destaca os trabalhos: &#8220;Vou A Tua Casa \u2014 trilogia&#8221; (2003\/2006), &#8220;Saudades Do Tempo Em Que Se Dizia Texto&#8221; (2003), &#8220;ACTOR&#8221; (2004), &#8220;Projecto de Documenta\u00e7\u00e3o&#8221; (2006\/2007) e &#8220;A Oportunidade do Espectador&#8221; (2007\/2008). Actualmente, dedica-se \u00e0 carreira de cozinheiro com o projecto &#8220;Vou \u00e0 tua Mesa&#8221;.<\/p>\n<p>http:\/\/www.rogerionunocosta.com<br \/>\n<strong><br \/>\n<\/strong><br \/>\n<strong>Josef Sprinzak (Israel)<\/strong><br \/>\nBedtime Stories &amp; Lullabies<\/p>\n<p>Uma s\u00e9rie de performances \u00edntimas em casas de fam\u00edlias nas aldeias da regi\u00e3o da Gralheira, na frente das crian\u00e7as e dos pais. Como um performer e artista sonoro vocal, Josef Sprinzak ir\u00e1 a lugares de dormir privados, assumindo um papel entre o m\u00fasico-poeta \/ contador de hist\u00f3rias e o &#8220;estranho&#8221; que executa pe\u00e7as vocais e ac\u00e7\u00f5es rituais baseadas em l\u00ednguas estrangeiras &#8211; principalmente hebraico, l\u00ednguas irreconhec\u00edveis e talvez um pouco de Ingl\u00eas. A performance num quarto de dormir \u00e9 um formato que explora a voz num contexto situado entre o funcional e o art\u00edstico, entre o reconhecido e o estranho. As sess\u00f5es ter\u00e3o um car\u00e1cter interactivo que ir\u00e1 exceder o padr\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es teatrais performer \/ p\u00fablico, transformando-se em &#8220;eventos&#8221;, no sentido da tradi\u00e7\u00e3o de performance art visual. Os eventos em quartos de dormir ser\u00e3o levados a cabo atrav\u00e9s do uso de objectos, fontes sonoras port\u00e1teis, actos vocais e troca de fun\u00e7\u00f5es entre os participantes e o performer.<\/p>\n<p>Josef Sprinzak \u00e9 um artista perform\u00e1tico e sonoro que vive e trabalha em Tel Aviv. A sua forma\u00e7\u00e3o profissional inclui ci\u00eancias da computa\u00e7\u00e3o, teatro visual e trabalho vocal. Est\u00e1 entre os primeiros artistas de poesia textual \/ sonora em Israel e o seu trabalho consiste em nota\u00e7\u00f5es precisas de linguagem, discurso gravado, vocaliza\u00e7\u00f5es, gestos corporais, movimentos e rela\u00e7\u00f5es espaciais, lidando com identidade privada e colectiva, as rela\u00e7\u00f5es entre l\u00edngua e hist\u00f3ria, consci\u00eancia e mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>http:\/\/www.myspace.com\/josefsprinzak<br \/>\n<strong><br \/>\n<\/strong><br \/>\n<strong>Carmina Escobar (M\u00e9xico)<\/strong><\/p>\n<p>Carmina Escobar prop\u00f5e o desenvolvimento e realiza\u00e7\u00e3o de um concerto-performance, na busca da integra\u00e7\u00e3o de diversos elementos, objectos sonoros e experi\u00eancias, nas quais o espa\u00e7o prop\u00f5e a sua pr\u00f3pria fala est\u00e9tica, o seu cunhado, principalmente sobre o envolvimento de uma narrativa pessoal e corporal e de uma linguagem sonora no \u00e2mbito da cria\u00e7\u00e3o de um espa\u00e7o c\u00e9nico em que o ritual da performance em si \u00e9 conduzido e ligado pela voz, seja na sua forma crua ou processada eletronicamente. O concerto &#8211; performance ser\u00e1 desenvolvido, assim como uma instala\u00e7\u00e3o sonora, tendo como principal principal tarefa a liga\u00e7\u00e3o \u00e0 comunidade como parte activa dos processos criativos que ter\u00e3o lugar no \u00e2mbito desta resid\u00eancia.<\/p>\n<p>Carmina Escobar \u00e9 uma cantora e artista multim\u00e9dia oriunda da Cidade do M\u00e9xico que tem colaborado em diferentes projectos, nos quais explora uma diversidade de linguagens sonoras, como a m\u00fasica medieval, \u00f3pera, m\u00fasica contempor\u00e2nea, m\u00fasica folcl\u00f3rica, m\u00fasica eletr\u00f3nica e tend\u00eancias experimentais envolvendo colabora\u00e7\u00f5es interdisciplinares e multim\u00e9dia. Como solista tem realizado concertos de repert\u00f3rio contempor\u00e2neo para voz solo, estreado de jovens compositores e realizado performances das suas pr\u00f3prias composi\u00e7\u00f5es. Ela det\u00e9m um mestrado em Performance Vocal pelo Instituto de Artes da Calif\u00f3rnia, focado em t\u00e9cnicas vocais estendidas, improvisa\u00e7\u00e3o e performance interdisciplinar e multim\u00e9dia.<\/p>\n<p>http:\/\/www.carminaescobar.com<br \/>\n<strong><br \/>\n<\/strong><br \/>\n<strong>Toine Horvers (Holanda) e Myriam Van Imschot (B\u00e9lgica)<\/strong><br \/>\nWalking, singing, talking the landscape<\/p>\n<p>Ambos os artistas compartilham um interesse no som, linguagem e voz, no ponto de intersec\u00e7\u00e3o onde as pessoas e lugares se encontram. Para o programa de Resid\u00eancias Art\u00edsticas de Nodar eles gostariam de se envolver num mapeamento experimental da rede das &#8220;Aldeias de Magaio&#8221;, focado na interliga\u00e7\u00e3o entre as aldeias da regi\u00e3o e os respectivos arredores. As aldeias rurais s\u00e3o muitas vezes consideradas como sendo isoladas. No entanto funcionam numa rede complexa de movimentos, passagens, tr\u00e1fego de desejos e de conhecimento, envolvendo seres humanos, animais, fauna e flora.<\/p>\n<p>Toine e Myriam ir\u00e3o experimentar o movimento e as conex\u00f5es das estradas com os caminhos alternativos ou secund\u00e1rios, abra\u00e7ando os encontros acidentais no seu caminho. Isto levar\u00e1 a um trabalho sonoro e verbal, que pode envolver grava\u00e7\u00f5es sonoras, desenho, lidando com a elasticidade da dist\u00e2ncia e do tempo, a altern\u00e2ncia de chegadas, partidas, transi\u00e7\u00f5es, destinos, perdas, etc, numa paisagem em perp\u00e9tuo movimento quando \u00e9 atravessada.<\/p>\n<p>Toine Horvers, um artista visual que trabalha com a linguagem e texto, atrav\u00e9s de formas visuais, aud\u00edveis e performativas. Toine confere \u00e0 linguagem uma forma ritual, para criar esculturas tempor\u00e1rias a partir da linguagem, um gesto no espa\u00e7o e no tempo. Apresenta as descri\u00e7\u00f5es de suas observa\u00e7\u00f5es de situa\u00e7\u00f5es e processos do mundo \u00e0 sua volta, em diferentes media: performance (a solo ou em grupo), livros escritos \u00e0 m\u00e3o, instala\u00e7\u00f5es sonoras ou exibi\u00e7\u00e3o de texto electr\u00f3nico. A voz desempenha um papel essencial nas suas performances, o solo \u00e9 o instrumento que determina o seu lugar no espa\u00e7o. Em projetos e performances mais expandidos, a voz \u00e9 o meio atrav\u00e9s do qual pessoas e lugares podem ser conectados, \u00e0s vezes num \u00fanico espa\u00e7o, \u00e0s vezes atrav\u00e9s de longas dist\u00e2ncias.<\/p>\n<p>http:\/\/www.toinehorvers.nl\/<\/p>\n<p>Myriam Van Imschoot (1969) iniciu a sua pr\u00e1tica art\u00edstica e performativa com palestras\u00a0 na forma de performances. Originalmente uma escritora, tem sido influenciada por artistas como Vito Acconci, o qual como poeta trocou a p\u00e1gina por outros media. Nesse sentido, a artista olha para as passagens &#8220;escorregadias&#8221;, onde desliza em direc\u00e7\u00e3o a outros campos de express\u00e3o, muitas vezes desconhecidos para ela. O trabalho art\u00edstico que desenvolveu ao longo dos \u00faltimos anos com a s\u00e9rie &#8220;Expanded Publications&#8221; envolve diferentes media e respectivas potencialidades sensoriais, tais como a performance, v\u00eddeo, e instala\u00e7\u00e3o sonora. Myriam Van Imschoot \u00e9 respons\u00e1vel art\u00edstica de Sarma (com Jeroen Peeters) desde 2003. Entre outras coisas, em 2010-2011, ela est\u00e1 desenvolvendo com o software online vzw Constant software, espec\u00edfico para publica\u00e7\u00e3o de \u00e1udio-documenta\u00e7\u00e3o e poesia sonora.<\/p>\n<p>http:\/\/www.sarma.be\/nieuw\/critics\/imschoot.htm<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":2,"featured_media":17479,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2463","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2463","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2463"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2463\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17647,"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2463\/revisions\/17647"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17479"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2463"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2463"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2463"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}