{"id":1262,"date":"2010-09-24T21:35:05","date_gmt":"2010-09-24T20:35:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/?p=1262"},"modified":"2023-06-12T08:04:52","modified_gmt":"2023-06-12T08:04:52","slug":"sexto-ciclo-de-residencias-artisticas-de-paivascapes-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/arquivo\/1262","title":{"rendered":"Sexto ciclo de resid\u00eancias art\u00edsticas de Paivascapes #1"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-flex-wrap:wrap;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start fusion-flex-content-wrap\" style=\"max-width:1144px;margin-left: calc(-4% \/ 2 );margin-right: calc(-4% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\"><p><strong>Sexto Ciclo de Resid\u00eancias Art\u00edsticas de Paivascapes #1<\/strong><br \/>\nConcelho de Arouca<br \/>\n1 a 14 Outubro de 2010<\/p>\n<p>Marc Behrens (DE)<br \/>\nIgnaz Schick (DE)<\/p>\n<p>O Programa de Resid\u00eancias Art\u00edsticas de Nodar para 2010 tem um tema agregador \u00fanico: o rio Paiva. Ao longo do ano, do Inverno ao Outono s\u00e3o desenvolvidos diversos projectos art\u00edsticos multidisciplinares (que tenham como elemento central o som) numa perspectiva contextual relacionada com as v\u00e1rias zonas geogr\u00e1ficas do rio, da nascente at\u00e9 \u00e0 foz.<\/p>\n<p align=\"left\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Marc Behrens (DE)<\/strong><br \/>\nProjecto Art\u00edstico:<br \/>\n\u201cRecurrent\u201d | Arte Sonora, M\u00fasica Contempor\u00e2nea, Clarivid\u00eancia<\/p>\n<p>O projecto envolve duas fases: A produ\u00e7\u00e3o de um n\u00famero de grava\u00e7\u00f5es com 3 a 5 volunt\u00e1rios seleccionados que vivem na \u00e1rea designada do rio Paiva, realizando algumas actividades di\u00e1rias que t\u00eam uma articula\u00e7\u00e3o com o rio. Estas grava\u00e7\u00f5es ser\u00e3o a base para pequenas pe\u00e7as sonoras. A constru\u00e7\u00e3o e instala\u00e7\u00e3o de sistemas de som flutuantes que se ir\u00e3o movimentar a jusante ou ser ancorados em diferentes pontos ao longo de uma sec\u00e7\u00e3o designada do rio e reproduzir excertos destas pe\u00e7as sonoras.<\/p>\n<p>Um rio move-se, no entanto, parece ter uma posi\u00e7\u00e3o definida no espa\u00e7o e no tempo. Um visitante ocasional pode n\u00e3o estar ciente dos detalhes. As pessoas que vivem nas proximidades dos rios e cujas vidas s\u00e3o determinadas ou dependem dos benef\u00edcios dos rios, t\u00eam uma no\u00e7\u00e3o mais exacta deste facto. As actividades di\u00e1rias realizadas por estes locais podem, por sua vez, parecer bastante uniformes, semelhantes no dia-a-dia, mas n\u00e3o s\u00e3o. Mesmo se as condi\u00e7\u00f5es ambientais se mantivessem est\u00e1veis, as actividades di\u00e1rias s\u00e3o objecto de humor, sa\u00fade, interac\u00e7\u00e3o com os outros e, \u00e9 claro, das condi\u00e7\u00f5es do rio.<\/p>\n<p>Biografia Art\u00edstica:<\/p>\n<p>Nascido em Darmstadt, na Alemanha, em 1970, Marc Behrens trabalha em v\u00e1rios n\u00edveis cerebrais e f\u00edsicos. As suas obras consistem principalmente em m\u00fasica electr\u00f3nica concreta, instala\u00e7\u00f5es, e ocasionalmente fotografia ou v\u00eddeo. Actividades recentes inclu\u00edram viagens para realizar grava\u00e7\u00f5es sonoras de campo no remoto oeste da China e da floresta Amaz\u00f3nia, a funda\u00e7\u00e3o de uma empresa como uma obra de arte social, e encena\u00e7\u00e3o um rito de passagem para um banqueiro de investimentos. Behrens realizou performances e teve exposi\u00e7\u00f5es realizadas em toda a Europa, M\u00e9dio Oriente, \u00c1frica do Sul, Am\u00e9rica do Norte e Leste da \u00c1sia. Desenvolveu colabora\u00e7\u00f5es com Achim Wollscheid, G\u00fcnter Bernhard, Francisco L\u00f3pez, Jeremy Bernstein, Nikolaus Heyduck e Paulo Raposo, entre outros.<\/p>\n<p>http:\/\/www.marcbehrens.com\/<\/p>\n<p align=\"left\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ignaz Schick (DE)<\/strong><br \/>\nProjecto Art\u00edstico:<br \/>\n\u201cThe Paiva River Collection\u201d | Arte Sonora, Instala\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A ideia para o projecto de Ignaz Schick em Nodar consiste em fazer caminhadas di\u00e1rias e explora\u00e7\u00f5es em todo o vale e encosta do rio Paiva nos primeiros 7 a 10 dias de resid\u00eancia para recolher todos os tipos de diferentes materiais org\u00e2nicos que podem ser encontrados e traz\u00ea-los de volta para o est\u00fadio onde o artista efectuar\u00e1 pesquisas e experi\u00eancias intensivas sobre os mesmos para aprender e descobrir as suas possibilidades sonoras. Toda esta actividade ser\u00e1 catalogada e documentada e ser\u00e1 compilada uma esp\u00e9cie de pontua\u00e7\u00e3o \/ lista, que se tornar\u00e1 num arquivo repleto de possibilidades.<\/p>\n<p>O material recolhido ser\u00e1 moldado em duas inst\u00e2ncias de trabalho diferentes:<\/p>\n<p>1) Uma instala\u00e7\u00e3o sonora na qual ser\u00e1 usado um exemplo de cada objecto encontrado. A caracter\u00edstica da instala\u00e7\u00e3o ser\u00e1 semelhante a fantasmas \/ vibra\u00e7\u00f5es. Os objectos sonoros criados s\u00e3o fixos por cordas de nylon que por sua vez est\u00e3o ligados \u00e0s membranas das colunas que transferem a vibra\u00e7\u00e3o de ondas sinusoidais baixas para as cordas e colocam os objectos em resson\u00e2ncia e vibra\u00e7\u00e3o\u2026<\/p>\n<p>2) Uma composi\u00e7\u00e3o que ser\u00e1 apresentada ao vivo pelo artista no evento final em Mar\u00e7o de 2011 usando inteiramente materiais org\u00e2nicos encontrados na regi\u00e3o do Rio Paiva. A performance ser\u00e1 realizada principalmente atrav\u00e9s de superf\u00edcies rotativas, o que significa que os objectos s\u00e3o tocados directamente no prato do gira-discos e que a suas resson\u00e2ncias e vibra\u00e7\u00f5es s\u00e3o simplesmente amplificadas com um pequeno microfone condensador. O artista pretende, deste modo, criar uma topografia sonora do vale do rio que n\u00e3o se refere directamente \u00e0 paisagem sonora habitual e conhecida. A ideia ser\u00e1 tentar criar mais ou menos um meta n\u00edvel abstracto de uma topografia sonora do ambiente ao ter uma vis\u00e3o microsc\u00f3pica de algumas dessas componentes naturais e das suas potencialidades sonoras escondidas.<\/p>\n<p>Biografia Art\u00edstica:<\/p>\n<p>Ignaz Schick \u00e9 um artista sonoro, turntablist e compositor. Nasceu na Baviera e desde o final de 1995 vive e trabalha em Berlim, onde se tornou uma for\u00e7a activa da chamada \u201cBerlin Nouvelle Vague\u201d da m\u00fasica em tempo real. Tem colaborado com v\u00e1rios artistas internacionais (como Don Cherry e Charlemagne Palestine) e fez v\u00e1rias tourn\u00e9es e performances em clubes e festivais em toda a Europa, Austr\u00e1lia, Israel, Mal\u00e1sia, Nova Zel\u00e2ndia e E.U.A. Lan\u00e7ou v\u00e1rios \u00e1lbuns em in\u00fameras editoras e fez parte de emiss\u00f5es de r\u00e1dio e produ\u00e7\u00f5es para a ORF \u2013 Kunstradio, ORF-Zeitton, WDR3, DRS2 ou Radio Copernicus. Desde o in\u00edcio dos anos 90, tem feito curadoria em festivais de m\u00fasica experimental (FAM, Erase &amp; Reset, Tim Shifts, o Internacional Turntable Orchestra\u2026).<\/p>\n<p>http:\/\/www.zangimusic.de<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":2,"featured_media":17605,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1262","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1262","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1262"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1262\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17607,"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1262\/revisions\/17607"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17605"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1262"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1262"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.binauralmedia.org\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1262"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}