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	<title>binauralmedia.org &#187; Nodar</title>
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		<title>Nodar Summer School: candidaturas até 30 Abril</title>
		<link>http://www.binauralmedia.org/news/pt/archives/2776</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 11:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiscosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Field Recordings]]></category>
		<category><![CDATA[Gianfraco Spitilli]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Costa]]></category>
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		<category><![CDATA[Nodar]]></category>
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		<category><![CDATA[Sound Ethnography]]></category>

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		<description><![CDATA[A Binaural/Nodar anuncia: Estão abertas as candidaturas para: Nodar Summer School 2012: Documentar e reinventar a memória de um território Um curso téorico-prático em residência 16 a 22 de Julho de 2012  / 7 dias /  60 horas Locais: Aldeias do maciço da Gralheira, São Pedro do Sul 1. Orientadores Orientação: Luís Costa (documentarista / [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Binaural/Nodar anuncia:</strong></p>
<p><strong>Estão abertas as candidaturas para:</strong><br />
<strong>Nodar Summer School 2012: Documentar e reinventar a memória de um território</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Um curso téorico-prático em residência<br />
16 a 22 de Julho de 2012  / 7 dias /  60 horas</strong><br />
<strong>Locais: Aldeias do maciço da Gralheira, São Pedro do Sul</strong></p>
<p><strong>1. Orientadores</strong></p>
<p>Orientação: Luís Costa (documentarista / educador sonoro e presidente da Binaural/Nodar),</p>
<p>com colaboração de:<br />
Manuela Barile (perfomer vocal / artista vídeo e diretora artística da Binaural/Nodar),<br />
Gianfranco Spitilli (Antropólogo e documentarista / Presidente da Bambun) e<br />
Rui Costa (artista sonoro e diretor editorial da Binaural/Nodar)</p>
<p><strong>2. Palavras-chave e destinatários</strong></p>
<p>Palavras-chave: território, paisagem, comunidades, tradição cultural, documentação, património imaterial, antropologia visual e sonora, etnografia sonora, arte sonora, instalação multi-media, land art</p>
<p>Destinatários:  Estudantes / profissionais / interessados em ciências sociais, estudos rurais, ciências da terra, arte contemporânea, som e imagem. Técnicos municipais na área da cultura ou património</p>
<p><strong>3. Candidaturas:</strong></p>
<p>Candidaturas abertas até 30 de Abril de 2012, através do envio de curriculum vitae / biografia e carta de motivação para <span style="text-decoration: underline;">info@binauralmedia.org</span>.<br />
Comunicação final dos selecionados até 15 Maio de 2012.<br />
Número máximo de inscrições: 12</p>
<p><strong>4. Preço da Inscrição:</strong></p>
<p>Preço da Inscrição: 300 Euros, incluindo materiais pedagógicos, transportes durante as visitas de campo, alojamento e alimentação.<br />
Pagamento de 50% do montante de inscrição até 30 Maio de 2012. Pagamento dos 50% finais até à data anterior ao início do curso</p>
<p><strong>5. Objetivos e programa do curso</strong></p>
<p>Este é um tempo de redescoberta dos territórios, das suas paisagens e recursos patrimoniais, materiais e imateriais. É igualmente um tempo de produção e disseminação, muitas vezes caótica, de material audiovisual relacionado com territórios. No entanto, existem muitos equívocos à solta sobre o que pode significar documentar o real utilizando meios audiovisuais. Há pois que pensar com profundidade e paciência uma diversidade de aspetos cruciais: que áreas do conhecimento são úteis para a documentação dos territórios, que aspectos sensoriais podem ser relacionados, o que se pode e deve devolver às comunidades documentadas, como escapar às impressões imediatas e captar de forma inovadora os sentidos mais profundos e subtis do magma cultural de um território: os arcaísmos, as transformações, as contaminações, as representações sociais endógenas e exógenas?</p>
<p>Este curso intensivo de 7 dias propõe uma partilha crítica de muitas das metodologias e práticas do trabalho desenvolvido desde 2006 pela Binaural/Nodar no território de montanha do maciço da Gralheira, baseadas num contato direto e contínuo com comunidades rurais e numa dimensão exploratória em termos de conceitos, sentidos e media utilizados, sendo os seguintes alguns dos aspectos a abordar:</p>
<ul>
<li>O sentido dos lugares: filosofia e estética da paisagem. Discussão      de autores e obras.</li>
<li>História, etnografia, antropologia e arte como ferramentas de um      trabalho multidisciplinar. Discussão de autores e obras.</li>
<li>A ética das imagens e dos sons: análise crítica de trabalhos      sonoros e visuais.</li>
<li>A autenticidade das comunidades: como a entender e como lidar com      representações, mitificações e simplificações.</li>
<li>A abordagem multi-sensorial do território como modo de enriquecimento      da experiência</li>
<li>Técnicas e prática de trabalho de campo. Planeamento do trabalho de      campo, o papel do tempo, da mediação e envolvimento de interlocutores      locais. Trabalhos práticos de campo em várias aldeias.</li>
<li>Técnicas sonoras aplicadas ao conhecimento dos territórios:      exercícios práticos de captação sonora de paisagens, de trabalho, de      tradição oral e musical, etc.</li>
<li>A documentação textual, fotográfica, videográfica, o mapeamento      digital de informação e as formas de integração entre diferentes media</li>
<li>Concepção de instalação / ação multi-media e multi-sensorial final.</li>
<li>Discussão com os habitantes do que se documentou e criou e da sua      utilidade potencial para a comunidade.</li>
<li>Organização final da documentação e possibilidades futuras de      difusão.</li>
</ul>
<p><strong>6. Idiomas do curso</strong><br />
O curso será ministrado em Inglês com tradução sempre que necessário para Português, Espanhol e/ou Italiano.</p>
<p><a href="http://www.binauralmedia.org/news/wp-content/uploads/Nodar_Summer_School_pt_web.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2778" title="Nodar_Summer_School_pt_web" src="http://www.binauralmedia.org/news/wp-content/uploads/Nodar_Summer_School_pt_web.jpg" alt="" width="656" height="928" /></a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.binauralmedia.org%2Fnews%2Fpt%2Farchives%2F2776&amp;title=Nodar%20Summer%20School%3A%20candidaturas%20at%C3%A9%2030%20Abril">Share / Partilhar</a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Nodar @ Aveiro: 17 Fev 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 09:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiscosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Nodar]]></category>

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		<description><![CDATA[Nodar @ Aveiro Auditório da Livraria da Universidade de Aveiro 17 Fevereiro 2012, 14h30 A Binaural/Nodar desloca-se no próximo dia 17 de Fevereiro 2012 pelas 14h30 à livraria da Universidade de Aveiro para uma apresentação geral do seu projeto cultural em artes media desenvolvido na zona rural do Maciço da Gralheira &#8211; São Pedro do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nodar @ Aveiro<br />
Auditório da Livraria da Universidade de Aveiro<br />
17 Fevereiro 2012, 14h30</strong></p>
<p>A Binaural/Nodar desloca-se no próximo dia 17 de Fevereiro 2012 pelas 14h30 à livraria da Universidade de Aveiro para uma apresentação geral do seu projeto cultural em artes media desenvolvido na zona rural do Maciço da Gralheira &#8211; São Pedro do Sul, para uma apresentação multimédia do recém publicado catálogo “Três Anos em Nodar &#8211; Práticas Artísticas em Contexto Específico no Portugal Rural” e para um convite aos alunos do Mestrado em Criação Artística Contemporânea à participação numa residência artística sob o tema arquiteturas rurais, a decorrer entre 29 de março e 1 abril 2012 e integrada no Festival Som e Arquitetura Rural.</p>
<p><a href="http://www.binauralmedia.org/news/wp-content/uploads/Apresentacao_Nodar_na_UA_thumb.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2815" title="Apresentacao_Nodar_na_UA_thumb" src="http://www.binauralmedia.org/news/wp-content/uploads/Apresentacao_Nodar_na_UA_thumb.jpg" alt="" width="600" height="424" /></a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.binauralmedia.org%2Fnews%2Fpt%2Farchives%2F2813&amp;title=Nodar%20%40%20Aveiro%3A%2017%20Fev%202012">Share / Partilhar</a> </p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Residência artística Magaio Voicescapes acolhe 7 artistas</title>
		<link>http://www.binauralmedia.org/news/pt/archives/2463</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 13:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiscosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Carmina Escobar]]></category>
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		<category><![CDATA[Patrícia Azevedo]]></category>
		<category><![CDATA[Rogério Nuno Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Toine Horvers]]></category>

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		<description><![CDATA[Magaio Voicescapes: Terceiro Ciclo de Residências Artísticas Freguesias de Candal e Manhouce (concelho de São Pedro do Sul) 12 Setembro a 30 Setembro 2011 Apresentações Públicas: 1 e 2 de Outubro 2011 Artistas Residentes: Patrícia Azevedo (Brasil) &#38; Clare Charnley (Inglaterra) Rogério Nuno Costa (Portugal) Josef Sprinzak (Israel) Carmina Escobar (México) Toine Horvers (Holanda) &#38; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Magaio Voicescapes: Terceiro Ciclo de Residências Artísticas</strong><br />
Freguesias de Candal e Manhouce (concelho de São Pedro do Sul)<br />
12 Setembro a 30 Setembro 2011<br />
Apresentações Públicas: 1 e 2 de Outubro 2011</p>
<p>Artistas Residentes:</p>
<p>Patrícia Azevedo (Brasil) &amp; Clare Charnley (Inglaterra)<br />
Rogério Nuno Costa (Portugal)<br />
Josef Sprinzak (Israel)<br />
Carmina Escobar (México)<br />
Toine Horvers (Holanda) &amp; Myriam Van Imschoot (Bélgica)</p>
<p>A voz é o principal instrumento da comunicação humana. A voz desenha e transmite conteúdos, cria relações entre sujeitos e pressupõe escuta e participação. A voz (a nossa e a dos outros) leva-nos para fora, liberta-nos do peso insuportável da repetição à qual de outra forma seriamos confinados. A voz é som, é símbolo de uma interioridade de outro modo inexprimível. A voz prepara o sentido do lugar onde a palavra se dirá.</p>
<p>A voz é uma força arquétipa, é uma imagem primordial dotada de um poderoso dinamismo criador. É o “lugar” onde a linguagem se articula, que vai além da voz, com toda a sua força existencial, materialidade e significado. “A voz é uma questão ainda não organizada, significante puro e livre que aponta, aludindo e acenando sem dizer. A voz diz-se no momento em que diz: é pura exigência. O grito inarticulado, o gemido puro, a vocalização sem palavras, o grito de guerra, são explosões do ser que se identifica com a sua própria voz: a voz é vontade de dizer e vontade de existir. “(Paul Zumthor)</p>
<p>Na região rural Portuguesa do maciço da Gralheira (Concelho de S. Pedro do Sul), composta por comunidades de montanha em que agricultura e pastorícia de subsistência eram as actividades dominantes, locais onde a electricidade e consequentemente a televisão chegaram há apenas cerca de 30 anos, todo o conhecimento e comunicação tinha como meio a voz humana. Esse facto por si só é suficiente para conferir uma riqueza densa a todo o discurso oral… a idiossincrasia, o desconcertante, o subliminar, os sotaques, aspectos que vão sendo cada vez mais estandardizados.</p>
<p>O programa de residências artísticas Magaio Voicescapes propõe colocar em diálogo todas as formas de património oral rural e formas artísticas contemporâneas centradas na voz (arte sonora, performance, poesia sonora, etc.) que trabalhem aspectos como a origem, o significado, as relações do sagrado (reconduzido ao seu significado e simbolismo ancestral de mistério e símbolo), a voz como elemento na base de rituais, costumes e superstições, capaz de encantar o ouvinte e de trazer mudanças profundas no real, nas comunidades e no território, a voz como protagonista de memórias, mitos, arquétipos, sabedoria popular transmitida ao longo dos séculos, ou ainda a voz quotidiana, ferramenta de trabalho e vida.<br />
<strong><br />
</strong><br />
<strong>Projectos Artísticos:</strong></p>
<p><strong>Patrícia Azevedo (Brasil) e Clare Charnley (Inglaterra)</strong><br />
Projecto Gestosinho</p>
<p>A proposta das artistas é gerar interacções com as pessoas da zona de Manhouce, seu espaço geográfico e social, sua identidade e memória a fim de realizar um poema sonoro, usando pastilhas de áudio vermelhas, como as que se encontram nos brinquedos falantes. Equacionando a força da cultura oral e o facto do mundo rural ainda manter uma relação particular com a paisagem e seus usos, as artistas pensam tecer uma malha poética de realidades materiais e imateriais superpostas. O processo consiste em caminhar gravando nas pastilhas de áudio figuras sonoras encontradas em paisagens e cenas do quotidiano e, posteriormente, convidar as pessoas a escutá-las e a criar uma tradução livre do som para a voz, uma onomatopéia ou figura de linguagem, usando a própria voz, a ser gravada em outra pastilha.</p>
<p>Clare Charnley (UK) e Patrícia Azevedo (BR) trabalham em parceria desde 2007. Usam diferentes mídias – fotografia, áudio, vídeo, performances – para desenvolver projetos que equacionam observações sobre linguagem, território e relações de poder. Localizam os próprios trabalhos não somente nos artefatos | imagens que realizam mas nas relações que se estabelecem entre as pessoas e no acto comunicativo em si. Pelo trabalho em conjunto receberam prémios dos programas Visiting Arts e British Council e foram finalistas do Prémio Northern Art Prize 2009. Foram também, em 2010, comissionadas para desenvolver trabalhos na galeria Bluecoat, Liverpool; Besfast Exposed, Belfast; PSL Gallery, Leeds; Crunchtime, York. Além disso, Patricia Azevedo é professora de Artes Visuais na Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil e Clare Charnley professora de Belas Artes da Universidade de Leeds Metropolitan.<br />
<strong><br />
</strong><br />
<strong>Rogério Nuno Costa (Portugal)</strong><br />
Vou à tua Mesa [do sensual absoluto e outras estéticas tecno-emocionais]</p>
<p>O projecto &#8220;Vou à tua Mesa&#8221; nasce no contexto da trilogia “Vou A Tua Casa” (2003/2006), uma performance teatral que acontecia nas casas dos espectadores, em espaços públicos à escolha do espectador e na casa do próprio criador. Foi durante o decurso da terceira fase do projecto “Vou A Tua Casa” (genericamente sub-intitulado “LADO C”, 2006), que o projecto “Vou À Tua Mesa” começou a dar os primeiros passos. A performance consistia na criação de um contexto relacional e conferencial que acontecia à mesa de uma refeição confeccionada pelo artista, simultaneamente anfitrião, orador, cozinheiro, mestre de cerimónias e moderador de uma reunião de trabalho ficcionada. A comida é, neste contexto, não só uma poderosa metáfora denunciadora dos conceitos de intimidade e de proximidade (caros a toda a trilogia), mas também o pretexto mais-que-perfeito para a concretização de uma ideia de performance teatral como “encontro”, utilizando o elemento específico da comida como dispositivo de revelação sensorial/sensitivo e como macro-conceito ao mesmo tempo performativo, ritualístico, visual e relacional.</p>
<p>Vive e trabalha em Lisboa, como artista, investigador e professor. É licenciado em Comunicação Social. Frequenta o Mestrado em Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias. Trabalhou com o Teatro Praga, Sónia Baptista, Lúcia Sigalho, Alain Béhar, Rosa Coutinho Cabral, Nelson Guerreiro, Teresa Prima, entre outros. Colaborou ainda com várias companhias e estruturas, tais como: Alkantara, CCB, Centro em Movimento, Chão de Oliva, Festival Sonda, Quarta Parede, Transforma AC, APAP, [msdm], Buda Arts Centre, Dance Kiosk e Tanz Fabrik. Como criador, destaca os trabalhos: &#8220;Vou A Tua Casa — trilogia&#8221; (2003/2006), &#8220;Saudades Do Tempo Em Que Se Dizia Texto&#8221; (2003), &#8220;ACTOR&#8221; (2004), &#8220;Projecto de Documentação&#8221; (2006/2007) e &#8220;A Oportunidade do Espectador&#8221; (2007/2008). Actualmente, dedica-se à carreira de cozinheiro com o projecto &#8220;Vou à tua Mesa&#8221;.</p>
<p><a title="Rogério Nuno Costa" href="http://www.rogerionunocosta.com" target="_blank">http://www.rogerionunocosta.com</a><br />
<strong><br />
</strong><br />
<strong>Josef Sprinzak (Israel)</strong><br />
Bedtime Stories &amp; Lullabies</p>
<p>Uma série de performances íntimas em casas de famílias nas aldeias da região da Gralheira, na frente das crianças e dos pais. Como um performer e artista sonoro vocal, Josef Sprinzak irá a lugares de dormir privados, assumindo um papel entre o músico-poeta / contador de histórias e o &#8220;estranho&#8221; que executa peças vocais e acções rituais baseadas em línguas estrangeiras &#8211; principalmente hebraico, línguas irreconhecíveis e talvez um pouco de Inglês. A performance num quarto de dormir é um formato que explora a voz num contexto situado entre o funcional e o artístico, entre o reconhecido e o estranho. As sessões terão um carácter interactivo que irá exceder o padrão das relações teatrais performer / público, transformando-se em &#8220;eventos&#8221;, no sentido da tradição de performance art visual. Os eventos em quartos de dormir serão levados a cabo através do uso de objectos, fontes sonoras portáteis, actos vocais e troca de funções entre os participantes e o performer.</p>
<p>Josef Sprinzak é um artista performático e sonoro que vive e trabalha em Tel Aviv. A sua formação profissional inclui ciências da computação, teatro visual e trabalho vocal. Está entre os primeiros artistas de poesia textual / sonora em Israel e o seu trabalho consiste em notações precisas de linguagem, discurso gravado, vocalizações, gestos corporais, movimentos e relações espaciais, lidando com identidade privada e colectiva, as relações entre língua e história, consciência e memória.</p>
<p><a title="Josef Sprinzak" href="http://www.myspace.com/josefsprinzak" target="_blank">http://www.myspace.com/josefsprinzak</a><br />
<strong><br />
</strong><br />
<strong>Carmina Escobar (México)</strong></p>
<p>Carmina Escobar propõe o desenvolvimento e realização de um concerto-performance, na busca da integração de diversos elementos, objectos sonoros e experiências, nas quais  o espaço propõe a sua própria fala estética, o seu cunhado, principalmente sobre o envolvimento de uma narrativa pessoal e corporal e de uma linguagem sonora no âmbito da criação de um espaço cénico em que o ritual da performance em si é conduzido e ligado pela voz, seja na sua forma crua ou processada eletronicamente. O concerto &#8211; performance será desenvolvido, assim como uma instalação sonora, tendo como principal principal tarefa a ligação à comunidade como parte activa dos processos criativos que terão lugar no âmbito desta residência.</p>
<p>Carmina Escobar é uma cantora e artista multimédia oriunda da Cidade do México que tem colaborado em diferentes projectos, nos quais explora uma diversidade de linguagens sonoras, como a música medieval, ópera, música contemporânea, música folclórica, música eletrónica e tendências experimentais envolvendo colaborações interdisciplinares e multimédia. Como solista tem realizado concertos de repertório contemporâneo para voz solo, estreado de jovens compositores e realizado performances das suas próprias composições. Ela detém um mestrado em Performance Vocal pelo Instituto de Artes da Califórnia, focado em técnicas vocais estendidas, improvisação e performance interdisciplinar e multimédia.</p>
<p><a title="Carmina Escobar" href="http://www.carminaescobar.com" target="_blank">http://www.carminaescobar.com</a><br />
<strong><br />
</strong><br />
<strong>Toine Horvers (Holanda) e Myriam Van Imschot (Bélgica)</strong><br />
Walking, singing, talking the landscape</p>
<p>Ambos os artistas compartilham um interesse no som, linguagem e voz, no ponto de intersecção onde as pessoas e lugares se encontram. Para o programa de Residências Artísticas de Nodar eles gostariam de se envolver num mapeamento experimental da rede das &#8220;Aldeias de Magaio&#8221;, focado na interligação entre as aldeias da região e os respectivos arredores. As aldeias rurais são muitas vezes consideradas como sendo isoladas. No entanto funcionam numa rede complexa de movimentos, passagens, tráfego de desejos e de conhecimento, envolvendo seres humanos, animais, fauna e flora.</p>
<p>Toine e Myriam irão experimentar o movimento e as conexões das estradas com os caminhos alternativos ou secundários, abraçando os encontros acidentais no seu caminho. Isto levará a um trabalho sonoro e verbal, que pode envolver gravações sonoras, desenho, lidando com a elasticidade da distância e do tempo, a alternância de chegadas, partidas, transições, destinos, perdas, etc, numa paisagem em perpétuo movimento quando é atravessada.</p>
<p>Toine Horvers, um artista visual que trabalha com a linguagem e texto, através de formas visuais, audíveis e performativas. Toine confere à linguagem uma forma ritual, para criar esculturas temporárias a partir da linguagem, um gesto no espaço e no tempo. Apresenta as descrições de suas observações de situações e processos do mundo à sua volta, em diferentes media: performance (a solo ou em grupo), livros escritos à mão, instalações sonoras ou exibição de texto electrónico. A voz desempenha um papel essencial nas suas performances, o solo é o instrumento que determina o seu lugar no espaço. Em projetos e performances mais expandidos, a voz é o meio através do qual pessoas e lugares podem ser conectados, às vezes num único espaço, às vezes através de longas distâncias.</p>
<p><a title="Toine Horvers" href="http://www.toinehorvers.nl/" target="_blank">http://www.toinehorvers.nl/</a></p>
<p>Myriam Van Imschoot (1969) iniciu a sua prática artística e performativa com palestras  na forma de performances. Originalmente uma escritora, tem sido influenciada por artistas como Vito Acconci, o qual como poeta trocou a página por outros media. Nesse sentido, a artista olha para as passagens &#8220;escorregadias&#8221;, onde desliza em direcção a outros campos de expressão, muitas vezes desconhecidos para ela. O trabalho artístico que desenvolveu ao longo dos últimos anos com a série &#8220;Expanded Publications&#8221; envolve diferentes media e respectivas potencialidades sensoriais, tais como a performance, vídeo, e instalação sonora. Myriam Van Imschoot é responsável artística de Sarma (com Jeroen Peeters) desde 2003. Entre outras coisas, em 2010-2011, ela está desenvolvendo com o software online vzw Constant software, específico para publicação de áudio-documentação e poesia sonora.</p>
<p><a title="Myriam Van Imschoot" href="http://www.sarma.be/nieuw/critics/imschoot.htm" target="_blank">http://www.sarma.be/nieuw/critics/imschoot.htm</a><br />
<strong><br />
</strong><br />
<img class="alignnone" title="Magaio Voicescapes" src="http://www.binauralmedia.org/news/wp-content/uploads/magaio_voicescapes_web.jpg" alt="" width="600" height="472" /></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.binauralmedia.org%2Fnews%2Fpt%2Farchives%2F2463&amp;title=Resid%C3%AAncia%20art%C3%ADstica%20Magaio%20Voicescapes%20acolhe%207%20artistas">Share / Partilhar</a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Festival Vozes de Magaio: 22 &#8211; 23 Julho 2011</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 22:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiscosta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Alice Hui-Sheng Chang]]></category>
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		<description><![CDATA[Binaural / Nodar e Associação Aldeias de Magaio Apresentam: Festival Vozes de Magaio Abrigar e Transumar a Tradição Oral 22 e 23 Julho 2011 Freguesias de São Martinho das Moitas e de Covas do Rio (concelho de S. Pedro do Sul, distrito de Viseu) (Clicar na imagem para ver cartaz em tamanho grande) A voz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Binaural / Nodar e<br />
Associação Aldeias de Magaio</strong></p>
<p>Apresentam:</p>
<p><strong>Festival Vozes de Magaio</strong><br />
Abrigar e Transumar a Tradição Oral</p>
<p><strong>22 e 23 Julho 2011</strong><br />
Freguesias de São Martinho das Moitas e de Covas do Rio<br />
(concelho de S. Pedro do Sul, distrito de Viseu)</p>
<p><strong><a href="http://www.binauralmedia.org/news/wp-content/uploads/vozesdemagaio/cartaz_29.7x56.2_julho_final.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2312" title="cartaz_29.7x56.2_julho_comp" src="http://www.binauralmedia.org/news/wp-content/uploads/cartaz_29.7x56.2_julho_comp.jpg" alt="" width="505" height="956" /><br />
</a>(Clicar na imagem para ver cartaz em tamanho grande)<br />
</strong><br />
A voz é o principal instrumento da comunicação humana. A voz desenha e  transmite conteúdos, cria relações entre sujeitos e pressupõe escuta e  participação. A voz (a nossa e a dos outros) leva-nos para fora,  liberta-nos do peso insuportável da repetição à qual de outra forma  seriamos confinados. A voz é som, é símbolo de uma interioridade de  outro modo inexprimível. A voz prepara o sentido do lugar onde a palavra  se dirá.</p>
<p>A voz é uma força arquétipa, é uma imagem primordial dotada de um  poderoso dinamismo criador. É o “lugar” onde a linguagem se articula,  que vai além da voz, com toda a sua força existencial, materialidade e  significado. “A voz é uma questão ainda não organizada, significante  puro e livre que aponta, aludindo e acenando sem dizer. A voz diz-se no  momento em que diz: é pura exigência. O grito inarticulado, o gemido  puro, a vocalização sem palavras, o grito de guerra, são explosões do  ser que se identifica com a sua própria voz: a voz é vontade de dizer e  vontade de existir. “(Paul Zumthor)</p>
<p>Na região rural Portuguesa do maciço da Gralheira (Concelho de S.  Pedro do Sul), composta por comunidades de montanha em que agricultura e  pastorícia de subsistência eram as actividades dominantes, locais onde a  electricidade e consequentemente a televisão chegaram há apenas cerca  de 30 anos, todo o conhecimento e comunicação tinha como meio a voz  humana. Esse facto por si só é suficiente para conferir uma riqueza  densa a todo o discurso oral… a idiossincrasia, o desconcertante, o  subliminar, os sotaques, aspectos que vão sendo cada vez mais  estandardizados.</p>
<p>Estas aldeias rurais do concelho de S. Pedro do Sul, integradas desde  há pouco tempo numa rede de aldeias – “Aldeias de Magaio”, ainda hoje  mantêm traços dessa oralidade que se manifesta em todos os aspectos da  vida prática, mental e espiritual:</p>
<p>A voz que reza e confessa<br />
A voz que canta o divino<br />
A voz que transporta a lenda<br />
A voz que chama os animais<br />
A voz que canta o ciclo da terra<br />
A voz que canta à desgarrada<br />
A voz que apregoa a mercadoria<br />
A voz que convoca a comunidade<br />
A voz que denuncia a condição<br />
A voz que mantém o sotaque<br />
A voz que perpetua o vocabulário<br />
A voz que ecoa na paisagem<br />
A voz que subverte o cânone<br />
A voz que leiloa em dia de festa<br />
A voz que sobe de tom com o vinho<br />
A voz que repete a ladainha<br />
A voz que embala a criança<br />
A voz que evoca a divindade ancestral</p>
<p>O Festival Vozes de Magaio propõe colocar em diálogo todas as formas  de património oral rural e formas artísticas contemporâneas centradas na  voz, que trabalhem aspectos como a origem, o significado, as relações  do sagrado (reconduzido ao seu significado e simbolismo ancestral de  mistério e símbolo), a voz como elemento na base de rituais, costumes e  superstições, capaz de encantar o ouvinte e de trazer mudanças profundas  no real, nas comunidades e no território, a voz como protagonista de  memórias, mitos, arquétipos, sabedoria popular transmitida ao longo dos  séculos, ou ainda a voz quotidiana, ferramenta de trabalho e vida.</p>
<p>O festival irá desenrolar-se em três períodos distintos ao longo do  ano de 2011, Maio, Julho e Setembro/Outubro, terá a presença de dezenas  de artistas internacionais e locais e proporcionará um vasto programa de  actividades dirigidas a públicos variados: concertos, mostras de  vídeos, actividades ambientais, actividades de descoberta do património  oral e musical local, bailes tradicionais, gastronomia, venda de  produtos da terra e artesanato, etc.<br />
<strong><br />
</strong><br />
<strong>As Residências Artísticas:</strong></p>
<p>O principal núcleo do programa do festival consistirá na apresentação ao vivo de cinco projectos artísticos sonoros desenvolvidos ao longo do mês de Julho numa residência artística colectiva organizada pela Binaural/Nodar e que conta com a presença de sete artistas oriundos dos Estados Unidos, Inglaterra, França, Taiwan e Austrália.</p>
<p>Esta residência artística coloca em contacto directo e profundo artistas de renome mundial com paisagens e comunidades muitas vezes esquecidas como Ameixiosa, Covas do Rio, Posmil, Sequeiros e Sá, para além de aldeias mais emblemáticas como Nodar, Rompecilha e Covas do Monte. Todas estas aldeias fazem parte das freguesias de Covas do Rio e de São Martinho das Moitas.<br />
<strong><br />
</strong><br />
Descrevem-se de seguida os projectos artísticos e biografias dos artistas residentes:<br />
<strong><br />
Steve Peters (EUA):</strong></p>
<p>Steve Peters propõe um trabalho sonoro combinando os seguintes elementos: gravações de campo de sons ambientais e do toque dos sinos das capelas, ambos captados na freguesia de São Martinho das Moitas; processamentos electrónicos de alguns desses sons; textos falados por habitantes que evocam a paisagem regional, constituídos por nomes de habitantes falecidos e nomes de plantas e animais locais, alguns cantados em latim. Esses vários elementos serão tecidos em conjunto para criar um retrato sonoro sugestivo da paisagem regional e da relação humana colectiva a esses lugares através da linguagem.</p>
<p>Biografia:</p>
<p>Steve Peters (n. 1959) faz música e som para uma grande variedade de contextos e ocasiões usando gravações de campo, objectos naturais e encontrados, electrónica, vários instrumentos musicais, e texto falado. Atento às nuances subtis da percepção e dos lugares, o seu trabalho muitas vezes é site-specific e tende a ser contemplativo. Steve Peters participa em projectos como membro da Seattle Phonographers Union, e também trabalha como produtor freelance, escritor e curador. Desde 1989 tem sido director de Nonsequitur, uma organização sem fins lucrativos que realiza eventos de música experimental e arte sonora, actualmente através do Ciclo de Música Wayward no Chapel Performance Space, em Seattle.</p>
<p><a href="http://steve-peters.blogspot.com/" target="_blank">http://steve-peters.blogspot.com/</a><br />
<strong><br />
</strong><br />
<strong>Joachim Montessuis &amp; Gaël Segalen (França):</strong></p>
<p>&#8220;Magaio Egregore&#8221; é uma criação sonora baseada na convergência das abordagens dos dois artistas: a gravação sonora de campo e o diálogo artístico de Gaël Segalen e a composição “trance” e performance de Joachim Montessuis. O objectivo deste projecto é revelar o &#8220;espírito do lugar&#8221;, um convite para criar um espírito de comunhão nesta área rural e expressar o que seria / poderia ser uma egrégora colectiva (egrégora: um conceito que se refere à constituição de um espírito psíquico colectivo a partir das energias geradas pela interacção de um grupo de pessoas). Para conseguir isso, os artistas propõem um processo de composição e de performance ao vivo com as vozes gravadas dos moradores de algumas das Aldeias de Magaio. Esta composição constituirá uma enorme polifonia dissonante, um quebra-cabeças colossal, uma litania profunda e ritualística,  indo desde palavras semânticas até um composto sonoro fértil. A meta linguística do diálogo, os tesouros da língua, as expressões vernaculares locais, o fluxo contínuo de histórias infinitas estimuladas pelo microfone, irão todos alimentar a composição.</p>
<p>Biografias:</p>
<p>Gaël Segalen é uma artista sonora e organizadora oriunda de Paris. Grava sons de cenas desorientadas em muitas línguas para a construção de ficções vitais. Mais do que um testemunho, o microfone oferece um espaço de improvisação para pensar o novo. É também um pretexto para conhecer pessoas e encetar muitas conversas. Membro do Coletivo MU parisiense, colabora em projectos de passeios sonoros e instalações, realiza oficinas de som e ensina a ouvir e a experimentação sonora na ESEC, Escola de Estudos Cinematográficos em Paris.</p>
<p><a href="http://ihearu.org" target="_blank">http://ihearu.org</a></p>
<p>Joachim Montessuis é um artista sonoro francês interessado na relação entre arte, som, ciência e espiritualidade. Desde 1993, tem vindo a desenvolver uma práxis transversal focada na poesia sonora, no processamento experimental da voz, num contexto de instalações-concertos imersivos. Os seus eventos ruidísticos são concebidos como espaços de pânico e poética nos quais podem ocorrer perturbação sensorial e embaraço. Já trabalhou em alguns dos principais centros de artes electrónica europeu (CICV, Fresnoy, V2_Lab, KHM) e suas performances ao vivo e instalações foram apresentadas em locais e festivais internacionais, incluindo DEAF, ISEA, ICA, Yerba Buena Center, em SF, Sónar, Elektra, Rio de Janeiro entre outros. É ainda o editor da Erratum, uma etiqueta de arte sonora francesa.</p>
<p><a href="http://autopoiese.org" target="_blank">http://autopoiese.org</a><br />
<strong><br />
</strong><br />
<strong>Dan Scott (Inglaterra)</strong></p>
<p>Dan Scott propõe a criação de uma réplica sonora da aldeia de Covas do Rio. O trabalho será uma versão “cover” de um conjunto de gravações sonoras de campo efectuadas pelo artista na aldeia. A peça a ser apresentada será construída usando apenas as vozes da população local. A peça aborda questões da autenticidade do som, bem como explora a magia, mimética e simpática, inerente a uma versão &#8216;cover&#8217;. A voz humana é central para a peça, ao serem re-vocalizados os sons de uma aldeia, incorporando-os no espaço e humanizando-os.</p>
<p>Biografia:</p>
<p>Dan Scott é um artista sonoro baseado em Londres. Actualmente conclui um mestrado em Arte Sonora no London College of Communication. A sua formação original em Antropologia enformou grande parte da sua prática. O seu trabalho é muitas vezes site-specific, com base em narrativas locais, como forma de explorar formas imaginativas de escuta. Nos últimos cinco anos tem trabalhado e exibido por toda a Europa, incluindo a Tate Modern de Londres, Resonance FM, centro de residências artísticas Herhusid na Islândia, um edifício de apartamentos abandonado na Alemanha e uma pedreira de mármore em Portugal.</p>
<p><a href="http://www.danscott.org.uk" target="_blank">http://www.danscott.org.uk</a><br />
<strong><br />
</strong><br />
<strong>Duncan Whitley (Inglaterra)</strong></p>
<p>Sinopse: Um trabalho sonoro composto de aproximadamente 10 minutos de duração, apresentado como uma obra de quatro canais. O trabalho incide sobre as vozes de quatro pastores, gravadas no seu diário trabalho, orientando os animais de e para os campos a pastar.<br />
Metodologia: O artista propõe trabalhar com quatro pastores, que serão equipados com equipamento portátil de gravação sonora. A ideia é gravar a voz dos pastores no seu trabalho de rotina, com a intervenção mínima do artista. A presença nas sessões de gravação será apenas necessária para a instalação e testes de equipamentos.<br />
Abordagem conceitual: Duncan Whitley propõe este projecto como uma investigação criativa semi documentário autónomo, semi prática etnográfica. Enquanto o artista forma o resultado do trabalho através do processo de edição, está igualmente interessado em saber como o remover da sua mão enquanto documentarista / etnógrafo pode influenciar o tipo de material recolhido no trabalho de campo.</p>
<p>Biografia:</p>
<p>Duncan Whitley licenciou-se em Belas Artes na Universidade de Kingston (Grã-Bretanha), onde estudou entre 1996 e 1999, trabalhando quase exclusivamente em instalações sonoras. Nos anos seguintes o seu trabalho continuou a focar-se em intervenções “site specific”, produzindo um corpo de trabalho apresentado quer em espaços artísticos convencionais como em “espaços não artísticos” (desde ambientes domésticos, passando por apartamentos abandonados, até igrejas Anglicanas e estádios de futebol). A partir de 2004 a sua prática concentrou-se em gravações sonoras de campo estéreo e multi-canal, desenvolvendo um arquivo significativo de projectos na área da fonografia. O seu trabalho sonoro documenta os rituais associados a eventos sociais: as procissões altamente formais da Semana Santa em Sevilha; as dinâmicas dos adeptos em várias ligas do futebol Inglês e do futebol amador do Portugal rural; os processos de demolições controladas de edifícios de apartamentos em Inglaterra e na Escócia.<br />
<a href=" http://www.shotgunsounds.com/" target="_blank"><br />
http://www.shotgunsounds.com/</a><br />
<strong><br />
</strong><br />
<strong>12 Dog Cycle (Austrália / Taiwan)</strong></p>
<p>Os artistas propõem criar uma re-imaginação da história e dos mitos locais através das mentes e vozes da sua juventude. A fonte dessas histórias serão os habitantes idosos da comunidade. As histórias serão partilhadas em grupo entre os contadores de histórias, os artistas e um grupo de crianças. Os sons das histórias serão o ponto de partida para uma oficina vocal de grupo, a qual culminará numa performance participativa.</p>
<p>Biografia:</p>
<p>Alice Hui-Sheng Chang (Taiwan) e Nigel Brown (Austrália) criam som e performance sob a designação de 12 Dog Cycle. Eles aliam as limitações da respiração da voz humana ao acordeão, estendendo a voz através de técnicas não convencionais e as propriedades acústicas do acordeão através de preparações, técnicas estendidas e manipulação electrónica ao vivo. Desde 2006, o trabalho em duo tem sido apresentado em festivais na Austrália, na Ásia Oriental, Europa e América.</p>
<p><a href="http://www.myspace.com/12dogcycle" target="_blank">http://www.myspace.com/12dogcycle</a><br />
<strong><br />
</strong><br />
A participação de Nigel Brown é apoiada pelo Governo de Victoria (Austrália) através de Arts Victoria.<br />
<a href="http://www.binauralmedia.org/news/wp-content/uploads/Australian-Arts_Victoria_Logo.jpg"><img src="http://www.binauralmedia.org/news/wp-content/uploads/Australian-Arts_Victoria_Logo-121x91.jpg" alt="" title="Australian Arts_Victoria_Logo" width="121" height="91" class="alignnone size-thumbnail wp-image-2398" /></a></p>
<p><strong>Programa</strong></p>
<p><strong>Sexta-Feira, 22 de Julho</strong></p>
<p><strong>21h30 &#8211; Baile Tradicional com Orquestra Finfas de Nespereira</strong><br />
Sede da Associação de Apoio à Comunidade de Sequeiros e Sete Fontes<br />
Sequeiros, São Martinho das Moitas</p>
<p><strong>Sábado, 23 de Julho</strong></p>
<p><strong>10h00 &#8211; Inauguração do Mercado Tradicional das Aldeias</strong><br />
Aldeias de Covas do Monte</p>
<p><strong>10h00 – 12h00: Passeio Agrícola na Aldeia de Covas do Monte</strong><br />
Ponto de Encontro: Exterior do Restaurante da Associação dos Amigos de Covas do Monte</p>
<p><strong>12h30 – 14h30: Almoço Tradicional na Aldeia de Covas do Monte</strong><br />
Restaurante da Associação dos Amigos de Covas do Monte</p>
<p><strong>15h00 – 16h30: Tertúlia na Aldeia</strong><br />
À volta de pastores, cabras e lobos (com habitantes de Covas do Monte e técnicos do Grupo Lobo)<br />
Largo Principal de Covas do Monte</p>
<p><strong>17h00 &#8211; Apresentação de Obras Sonoras Realizadas na Freguesia de Covas do Rio</strong><br />
Restaurante da Associação de Amigos de Covas do Monte</p>
<p>Duncan Whitley (Inglaterra)<br />
Dan Scott (Inglaterra)</p>
<p><strong>19h00 &#8211; Pic-nic Aldeias de Magaio</strong><br />
Praia Fluvial de Nodar</p>
<p>Durante o pic-nic: Cantares ao Desafio por Paulo “Carvães” + amigos<br />
Todos são convidados a trazer o seu farnel. Haverá vinho à discrição e peixe do rio Paiva</p>
<p><strong>21h00 &#8211; Concerto de Obras Sonoras realizadas na Freguesia de São Martinho das Moitas</strong><br />
Praia Fluvial de Nodar<br />
Joachim Montessuis / Gael Segalen (França)<br />
12 Dog Cycle (Taiwan / Austrália)<br />
Steve Peters (Estados Unidos)</p>
<p><strong>Organização:</strong></p>
<p>Binaural/Nodar<br />
Associação Aldeias de Magaio</p>
<p><strong>Financiamento:</strong><br />
Direcção Geral das Artes, Fundação Calouste Gulbenkian</p>
<p><strong>Parceiros: </strong><br />
Câmara Municipal de São Pedro do Sul, CLDS S. Pedro do Sul – O Futuro é Aqui, Grupo Lobo, Associação de Apoio à Comunidade de Sequeiros e Sete Fontes, Associação dos Amigos de Covas do Monte, Restaurante Salva Almas, Adega Típica da Pena, comunidades de Covas do Rio, Covas do Monte, Ameixiosa, Sequeiros e Nodar.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Candidaturas Abertas para Residências Artísticas em 2012</title>
		<link>http://www.binauralmedia.org/news/pt/archives/1835</link>
		<comments>http://www.binauralmedia.org/news/pt/archives/1835#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 10:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiscosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Aural Architecture]]></category>
		<category><![CDATA[Nodar]]></category>
		<category><![CDATA[Sound Installation]]></category>
		<category><![CDATA[Sound Sculpture]]></category>

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		<description><![CDATA[ARQUITECTURAS RURAIS Programa de Residências Artísticas de Nodar (São Pedro do Sul, Portugal) Períodos de Residência Artística: Abril, Junho e Setembro 2012 Disciplinas Artísticas: Instalações Sonoras, Esculturas Sonoras Candidatura Aberta até 15 de Setembro de 2011 Som e espaço formam um importante par no nosso ambiente quotidiano: Nenhum som existe fora do espaço, e nenhum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>ARQUITECTURAS RURAIS</strong><br />
Programa de Residências Artísticas de Nodar (São Pedro do Sul, Portugal)</p>
<p>Períodos de Residência Artística: Abril, Junho e Setembro 2012<br />
Disciplinas Artísticas: Instalações Sonoras, Esculturas Sonoras</p>
<p>Candidatura Aberta até 15 de Setembro de 2011</p>
<p><a href="http://www.binauralmedia.org/news/wp-content/uploads/arquitecturas_rurais_pt.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1837" title="arquitecturas_rurais_pt" src="http://www.binauralmedia.org/news/wp-content/uploads/arquitecturas_rurais_pt.jpg" alt="" width="640" height="427" /></a></p>
<p>Som e espaço formam um importante par no nosso ambiente quotidiano: Nenhum som existe fora do espaço, e nenhum espaço é realmente silencioso. Som e espaço reforçam-se mutuamente na nossa percepção, as qualidades de um espaço afectam a forma como percebemos o som e as de um som afectam a forma como percebemos um espaço. Resumindo, espaço e som são indissociáveis na nossa experiência do que é existir no mundo.</p>
<p>De igual modo, existem evidências claras da importância sonora de lugares sagrados ancestrais, os quais têm sido documentados por antropólogos. Os sons foram provavelmente uma parte importante de rituais, pela forma como afectavam o corpo humano e a função cerebral.  Muitos dos lugares sagrados antigos foram construídos em pedra, as quais pelas suas qualidades geológicas ou pela sua disposição no espaço, geravam efeitos acústicos particulares de reverberação ou eco, estudados nomeadamente no domínio da arqueologia acústica.</p>
<p>Hoje em dia o planeamento dos espaços territoriais é dominado pelo elemento visual mas um novo corpo de conceitos, genericamente designado por arquitectura aural, estuda a relação entre o desenho de estruturas arquitectónicas, a acústica e a experiência humana. Cada espaço construído tem o seu enquadramento sonoro específico, criado pela interacção entre uma série de variáveis: paisagem, desenho, estrutura, material e uso.</p>
<p>É legítimo afirmar que o caso específico dos territórios rurais coloca em evidência a profunda ligação existente entre paisagem, arquitectura e som. Por um lado, a paisagem rural é em grande medida uma paisagem antropológica e arquitectónica, transformada por uma miríade de construções utilitárias, muitas delas centenárias: moinhos de água, azenhas, canais de rega, casas de habitação, eiras, poços, lavadouros, espigueiros, minas, muros de pedra, capelas, igrejas, coretos, ruas, becos, largos, campos agrícolas, caminhos, etc. Por outro lado, grande parte das construções rurais implicam uma especificidade acústica, de tal forma que é possível reconhecer a tipologia arquitectónica a partir da escuta desses lugares.</p>
<p>O Programa de Residências Artísticas de Nodar para 2012 irá precisamente explorar as interacções entre paisagem, arquitectura e som no contexto rural do Maciço da Gralheira, concelho de São Pedro do Sul.</p>
<p>Serão seleccionados 12 projectos artísticos de outros tantos artistas ou colectivos os quais irão “activar” acusticamente diferentes tipologias de construções rurais, através da criação de instalações e esculturas sonoras em contexto específico. Os projectos a seleccionar podem incluir a participação complementar de especialistas em disciplinas não necessariamente artísticas, como a arquitectura, arqueologia, antropologia, etc.</p>
<p>Em paralelo, a Binaural/Nodar irá convidar antropólogos, geógrafos, arqueólogos e arquitectos para contribuírem para uma reflexão cruzada sobre a arquitectura rural da região e os seus novos usos potenciais, com ênfase nomeadamente nas estruturas que perderam a sua função original.</p>
<p>O processo de candidatura</p>
<p>A candidatura deverá ser composta pelas seguintes informações:</p>
<p>- Proposta de projecto artístico a desenvolver  (com indicação de metodologia e cronologia de trabalho);<br />
- Biografia artística resumida (900 caracteres com espaços) e Curriculum Vitae completo;<br />
- Ligações web para trabalhos anteriores do artista;<br />
- Necessidades técnicas e materiais do projecto;<br />
- Proposta de período temporal para a residência artística (Abril, Junho ou Setembro 2012).</p>
<p>As candidaturas devem ser submetidas exclusivamente através do sítio internet da Binaural/Nodar, devendo ser preenchido o formulário electrónico de candidatura e efectuado o upload da documentação de candidatura referida atrás (num único ficheiro .zip ou .pdf): <a href="http://www.binauralmedia.org/news/pt/artist-residency/application-form/" target="_blank">http://www.binauralmedia.org/news/pt/artist-residency/application-form/ </a></p>
<p>Toda a documentação deverá ser enviada até 15 de Setembro 2011 e a escolha dos projectos artísticos será divulgada até 31 Outubro 2011.</p>
<p>Caso seja necessário enviar materiais impressos ou editados (catálogos, CDs, DVDs), tal deverá ser feito para:</p>
<p>Binaural/Nodar<br />
a/c Luis Costa<br />
Caixa Postal Nº 119 &#8211; Nodar<br />
3660-324 S. Martinho das Moitas<br />
Portugal</p>
<p>Todas as dúvidas sobre a presente candidatura aberta podem ser colocadas por email (info@binauralmedia.org) ou por telefone (+351 232 723 160).</p>
<p>Nota: Para ano de 2012 não serão aceites projectos artísticos que não se enquadrem no tema proposto por esta candidatura aberta.</p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.binauralmedia.org%2Fnews%2Fpt%2Farchives%2F1835&amp;title=Candidaturas%20Abertas%20para%20Resid%C3%AAncias%20Art%C3%ADsticas%20em%202012">Share / Partilhar</a> </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Magaio Voicescapes: selecção de artistas/projectos</title>
		<link>http://www.binauralmedia.org/news/pt/archives/1507</link>
		<comments>http://www.binauralmedia.org/news/pt/archives/1507#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 21:17:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiscosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Magaio Voicescapes]]></category>
		<category><![CDATA[Nodar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.binauralmedia.org/news/?p=1507</guid>
		<description><![CDATA[O comité de selecção da Binarual / Nodar anuncia a escolha de 13 projectos artísticos para o Magaio Voicescapes, parte do Programa de Residências Artísticas de Nodar para 2011. Este ano recebemos mais de 150 candidaturas o que tornou o processo de selecção extremamente difícil. Lista dos artistas seleccionados: @C: Miguel Carvalhais &#038; Pedro Tudela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O comité de selecção da Binarual / Nodar anuncia a escolha de 13 projectos artísticos para o Magaio Voicescapes, parte do Programa de Residências Artísticas de Nodar para 2011. Este ano recebemos mais de 150 candidaturas o que tornou o processo de selecção extremamente difícil.</p>
<p>Lista dos artistas seleccionados:</p>
<p>@C: Miguel Carvalhais &#038; Pedro Tudela<br />
Duncan Whitley<br />
Alice Hui-Sheng Chang &#038; Nigel Brown<br />
Miriam Van Imschoot &#038; Toine Horvers<br />
Madamme Cell<br />
Carmina Escobar<br />
Dan Scott<br />
Pierre Gauvin<br />
Steve Peters<br />
Clare Charbley &#038; Patricia Azevedo<br />
Gaël Segalen &#038; Joachim Montessuis<br />
Josef Sprinzak<br />
Suzanne Barnard</p>
<p><img alt="" src="http://www.binauralmedia.org/images/newsletters/05_2010/magaio_voicescapes_final_en.jpg" title="Magaio Voicescapes" class="alignnone" width="750" height="441" /></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.binauralmedia.org%2Fnews%2Fpt%2Farchives%2F1507&amp;title=Magaio%20Voicescapes%3A%20selec%C3%A7%C3%A3o%20de%20artistas%2Fprojectos">Share / Partilhar</a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Exposição de Sérgio Bonilha e Luciana Ohira no PerFormas em Aveiro</title>
		<link>http://www.binauralmedia.org/news/pt/archives/1192</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 22:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruicosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Electronic Arts]]></category>
		<category><![CDATA[Estúdio Performas]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana Ohira]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana Ohira & Sérgio Bonilha]]></category>
		<category><![CDATA[Nodar]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio Bonilha]]></category>
		<category><![CDATA[Visual Arts]]></category>

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		<description><![CDATA[Notarium - Gabinete de Pequenas Diferenças
Uma exposição de Sérgio Bonilha e Luciana Ohira
Estúdio Performas, Aveiro (PT)
15 a 18 de Setembro de 2010
Os artistas visuais e media brasileiros Luciana Ohira e Sérgio Bonilha foram convidados no ano passado pela Binaural / Nodar a desenvolverem uma residência artística na aldeia de Nodar. Nesse âmbito criaram uma série de peças que responderam ao ambiente geográfico e humano da zona. A partir de esboços, ideias e de algumas das peças criadas na referida residência, os artistas expandiram, reformularam e especularam novas criações, as quais serão expostas pela primeira vez em Portugal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Notarium &#8211; Gabinete de Pequenas Diferenças<br />
Uma exposição de Sérgio Bonilha e Luciana Ohira<br />
<a href="http://www.performas.org" target="_blank"> Estúdio Performas</a>, Aveiro (PT)<br />
15 a 18 de Setembro de 2010</p>
<p><img class="alignnone" title="Cartaz_Expo_Sergio_Luciana_" src="http://www.binauralmedia.org/images/newsletters/09_2010/Cartaz_Expo_Sergio_Luciana_.jpg" alt="" width="440" height="593" /></p>
<p>Os artistas visuais e media brasileiros Luciana Ohira e Sérgio Bonilha foram convidados no ano passado pela Binaural / Nodar a desenvolverem uma residência artística na aldeia de Nodar. Nesse âmbito criaram uma série de peças que responderam ao ambiente geográfico e humano da zona. A partir de esboços, ideias e de algumas das peças criadas na referida residência, os artistas expandiram, reformularam e especularam novas criações, as quais serão expostas pela primeira vez em Portugal.</p>
<p>Obras:<br />
A) &#8220;onde todos se encontram&#8221;, 2009<br />
madeira, gesso, juta, poliuretano, áudio e componentes electrónicos.</p>
<p>B) &#8220;automonófono&#8221;, 2010<br />
vidro, madeira, borracha e metal</p>
<p>C) &#8220;fluxo cíclico&#8221;, 2009/2010<br />
acrílico, madeira, carbonato de magnésio, áudio pré-gravado e componentes electrónicos</p>
<p>D) &#8220;paisagem ubíqua&#8221;, 2010<br />
filtros de cor, altifalantes e projecção de vídeo</p>
<p><img class="alignnone" title="fluxo-ciclico" src="http://www.binauralmedia.org/images/newsletters/09_2010/fluxo-ciclico.jpg" alt="" width="440" height="554" /></p>
<p>Apoios Adicionais:<br />
Galeria de Arte Marcelo Guarnieri<br />
Atelier Paulista</p>
<p>BIografias Artísticas:<br />
Luciana Ohira (1983) e Sergio Bonilha (1976), nascidos e envelhecidos na Cidade de São Paulo (Brasil), são licenciados em Artes Visuais pela Universidade de São Paulo e mestrandos do Programa “Poéticas Visuais” na mesma Universidade. Em conjunto, já apresentaram suas traquitanas em três dos quatro cantos da Terra.</p>
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		<title>Binaural / Nodar presente no Mercado Atlántico de Creación Contemporánea</title>
		<link>http://www.binauralmedia.org/news/pt/archives/1181</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 09:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruicosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Nodar]]></category>
		<category><![CDATA[Santiago de Compostela]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.binauralmedia.org/news/?p=1181</guid>
		<description><![CDATA[Binaural / Nodar terá uma participação destacada no Mercado Atlántico de Creación Contemporánea, a ter lugar em Santiago de Compostela (Galiza, Espanha) entre 10 e 12 de Setembro de 2010. O Mercado Atlántico de Creación Contemporánea é um encontro profissional multidisciplinar que tem como objectivo a difusão e o intercâmbio de ideias entre criadores, artistas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Binaural / Nodar terá uma participação destacada no <a href="http://www.maccatlantic.org/" target="_blank">Mercado Atlántico de Creación Contemporánea</a>, a ter lugar em Santiago de Compostela (Galiza, Espanha) entre 10 e 12 de Setembro de 2010.</p>
<p>O Mercado Atlántico de Creación Contemporánea é um encontro profissional multidisciplinar que tem como objectivo a difusão e o intercâmbio de ideias entre criadores, artistas, produtores, gestores culturais, empresas e instituições.</p>
<p>MACC é um espaço de intercâmbio no qual se difundem ideias e processos de trabalho que apostam no risco e atrevimento. Um espaço no qual profissionais interessados no âmbito da economía social trabalham na construção de uma relação saudável e frutífera entre a criação artística, a economia e a empresa.</p>
<p><img class="alignnone" title="macc10" src="http://www.binauralmedia.org/images/newsletters/09_2010/macc10.jpg" alt="" width="440" height="439" /></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.binauralmedia.org%2Fnews%2Fpt%2Farchives%2F1181&amp;title=Binaural%20%2F%20Nodar%20presente%20no%20Mercado%20Atl%C3%A1ntico%20de%20Creaci%C3%B3n%20Contempor%C3%A1nea">Share / Partilhar</a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Quinto ciclo de residências artísticas de Paivascapes #1</title>
		<link>http://www.binauralmedia.org/news/pt/archives/1037</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 20:47:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiscosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Field Recordings]]></category>
		<category><![CDATA[Jez Riley French]]></category>
		<category><![CDATA[Nodar]]></category>
		<category><![CDATA[Paivascapes #1]]></category>

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		<description><![CDATA[Quinto Ciclo de Residências Artísticas de Paivascapes #1 Concelhos de Castro Daire, São Pedro do Sul e Arouca 15 a 28 Julho de 2010 Jez riley French (GB) O Programa de Residências Artísticas de Nodar para 2010 tem um tema agregador único: o rio Paiva. Ao longo do ano, do Inverno ao Outono são desenvolvidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quinto Ciclo de Residências Artísticas de Paivascapes #1</strong><br />
Concelhos de Castro Daire, São Pedro do Sul e Arouca<br />
15 a 28 Julho de 2010<br />
Jez riley French (GB)</p>
<p>O Programa de Residências Artísticas de Nodar para 2010 tem um tema agregador único: o rio Paiva. Ao longo do ano, do Inverno ao Outono são desenvolvidos diversos projectos artísticos multidisciplinares (que tenham como elemento central o som) numa perspectiva contextual relacionada com as várias zonas geográficas do rio, da nascente até à foz.</p>
<p><strong>Jez riley French<br />
</strong>Projecto Artístico:<br />
Sem Título | Arte Sonora</p>
<p>Ao usar hidrofones quer comprados quer construídos por si, microfones de contacto e microfones convencionais, a intenção de Jez Riley French é a de captar uma impressão emotiva do Rio Paiva &#8211; incluindo uma análise aprofundada dos espaços arquitectónicos, tanto os criados pelo rio (naturais) como aqueles junto às margens (transformados). O objectivo deste projecto é mostrar uma combinação da simples experiência pessoal, ao ter jornadas divertidas e exploratórias ao longo do rio, e um reafirmar de detalhes desconhecidos, existentes nas muitas facetas do rio e das suas estruturas interligadas.</p>
<p>Sendo o artista de um local de Inglaterra (East Yorkshire) que é rodeado de cursos de água de vários tipos: rios, riachos, canais, etc. &#8211; a água formou um aspecto importante no seu desenvolvimento como artista, usando métodos de gravação sonora de campo. O artista propõe-se ainda ocupar o tempo de estadia em Nodar, não apenas com trabalho sonoro específico, mas também na colocação de algumas das gravações e imagens colhidasnuma série de partituras fotográficas &#8211; notações visuais para field recordings &amp; ensemble.</p>
<p><img class="alignnone" title="Jez riley French" src="http://www.binauralmedia.org/images/newsletters/08_2010/jez01.jpg" alt="" width="440" height="330" /></p>
<p>Biografia Artística:</p>
<p>Jeremy Riley (de nome artístico Jez Riley French) nasceu em Inglaterra e é um artista sonoro e de artes visuais com um percurso diversificado desde final dos anos 70. É jornalista freelancer de música experimental, fonografia e arte sonora, tendo colaborado nomeadamente com recensões para a revista ‘The Wire’, é regularmente convidado a dar conferências em diversas escolas de arte (Leeds School of Contemporary Art &amp; Design e Hull School of Art and Design), já publicou inúmeros CDs áudio e organiza e dirige diversos workshops. Tem apresentado performances audiovisuais em diversos locais de Inglaterra, Áustria, República Checa, Alemanha e Japão.</p>
<p><a href=" http://jezrileyfrench.blogspot.com/" target="_blank"></p>
<p>http://jezrileyfrench.blogspot.com/</a></p>
<p>Para Informação adicional sobre Paivascapes #1, clicar <a href="http://www.binauralmedia.org/news/pt/artist-residency/paivascapes1" target="_blank">aqui</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.binauralmedia.org%2Fnews%2Fpt%2Farchives%2F1037&amp;title=Quinto%20ciclo%20de%20resid%C3%AAncias%20art%C3%ADsticas%20de%20Paivascapes%20%231">Share / Partilhar</a> </p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sáb, 10 Julho: Live Sets e Projecções Audiovisuais por Artistas em Residência</title>
		<link>http://www.binauralmedia.org/news/pt/archives/995</link>
		<comments>http://www.binauralmedia.org/news/pt/archives/995#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 18:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruicosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Stankievech]]></category>
		<category><![CDATA[Craig Dongoski]]></category>
		<category><![CDATA[Katherine Liberovskaya]]></category>
		<category><![CDATA[Nodar]]></category>
		<category><![CDATA[Paivascapes #1]]></category>
		<category><![CDATA[Phill Niblock]]></category>
		<category><![CDATA[Sound Art]]></category>
		<category><![CDATA[Video Art]]></category>

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		<description><![CDATA[PAIVASCAPES # 1 – ESTRUTURA, PROCESSO PERCEPÇÃO DE UM RIO LIVE SETS E PROJEÇÕES AUDIOVISUAIS POR ARTISTAS EM RESIDÊNCIA CRAIG DONGOSKI (US) CHARLES STANKIEVECH (CA) KATHERINE LIBEROVSKAYA (CA) PHILL NIBLOCK (US) NODAR (PT) 40º 55’ 3.21’’ N, 8º 3’ 35.42’’ W Sábado, 10 Julho 2010 – 21h00 CRAIG DONGOSKI (US) “Durations: River Paiva” Exibição de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PAIVASCAPES # 1 – ESTRUTURA, PROCESSO PERCEPÇÃO DE UM RIO<br />
LIVE SETS E PROJEÇÕES AUDIOVISUAIS<br />
POR ARTISTAS EM RESIDÊNCIA</p>
<p>CRAIG DONGOSKI (US)<br />
CHARLES STANKIEVECH (CA)<br />
KATHERINE LIBEROVSKAYA (CA)<br />
PHILL NIBLOCK (US)</p>
<p>NODAR (PT)<br />
40º 55’ 3.21’’ N, 8º 3’ 35.42’’ W<br />
Sábado, 10 Julho 2010 – 21h00</p>
<p><img class="alignnone" title="Paivascapes_Julho2010_pt_co" src="http://www.binauralmedia.org/images/paivascapes/Paivascapes_Julho2010_pt_co.jpg" alt="" width="550" height="778" /></p>
<p>CRAIG DONGOSKI (US)<br />
“Durations: River Paiva”<br />
Exibição de Trabalho em Andamento</p>
<p>O artista usa o estudo sobre o encontro com o contorno do rio para orientar uma investigação de resultados expressivos, utilizando microfones de contacto piezo para gravar o som de inscrição e microfones “shotgun” para captar o ambiente local, acompanhados de registos fotográficos e vídeo. Ao caminhar junto ao contorno do rio, Craig actua literalmente da mesma forma funcional que o desenho, ou seja, traçando um contorno de forma precisa e directa. Através do processo de interpretações repetidas, o trabalho começa a produzir camadas (literais e metafóricas).</p>
<p><a href="http://drawingvoices.com/" target="_blank">http://drawingvoices.com/</a></p>
<p>CHARLES STANKIEVECH (CA)<br />
“Turbine Inferno”<br />
Vídeo + som ao vivo (10 minutos)</p>
<p>Charles Stankievech apresentará uma performance audiovisual ao vivo intitulada “Inferno Turbine” a partir do material recolhido durante a residência integrada no projecto “Paivascapes #1”. Turbine Inferno inclui gravações de áudio e vídeo das turbinas eólicas situadas no vale do rio Paiva (junto ao Portal do Inferno no Maciço da Gralheira e Fragas do Inferno na serra do Montemuro), dispostas numa composição na forma de um “drone” entrelaçado com glissandos micro-tonais originados por processos de mudança de fase.</p>
<p><a href="http://www.stankievech.net/" target="_blank">http://www.stankievech.net/</a></p>
<p>PHILL NIBLOCK (US) &amp; KATHERINE LIBEROVSKAYA (CA)<br />
&#8220;Sound Delta +&#8221;<br />
Colagem sonora ao vivo: Phill Niblock<br />
Vídeo ao vivo: Katherine Liberovskaya<br />
Duração: aprox. 20-30 minutos</p>
<p>&#8220;Sound Delta +&#8221; é uma performance áudio / vídeo ao vivo a partir de um trabalho criado em 2008 durante o projecto European Sound Delta.<br />
“European Sound Delta” consistiu numa residência artística nómada que teve lugar durante o Verão de 2008: dois barcos navegado em simultâneo e contra-corrente os rios Danúbio e Reno, o Mar Negro e o Mar do Norte – durante um período de quase três meses &#8211; para finalmente se encontrarem em Estrasburgo. Mais de trinta artistas internacionais foram convidados a participar a bordo e em cada uma das escalas ao longo do itinerário criaram projectos sonoros e apresentaram espectáculos ao vivo.</p>
<p>Niblock e Liberovskaya participaram na primeira viagem do barco do Danúbio, de Tulcea, no delta do Danúbio, entre a Roménia e a Bulgária, a montante, até Ruse, na Bulgária. Durante duas semanas recolheram material sonoro e vídeo ao longo do rio. Este material formou a base de uma primeira performance audiovisual ao vivo no Festival Bridge em Ruse, o qual foi transmitido ao vivo para o Festival Citysonics em Mons, na Bélgica, onde o barco do Reno se situava na altura. A peça foi novamente apresentada no Museu de Arte Contemporânea em Estrasburgo, onde ambos os barcos chegaram no final de suas viagens em Setembro de 2008.</p>
<p>A performance a apresentar em Nodar baseia-se principalmente no material recolhido durante o projecto do Danúbio, incorporando no live mix outras gravações e filmagens relacionadas.</p>
<p><a href="http://www.phillniblock.com" target="_blank">http://www.phillniblock.com</a><br />
<a href="http://www.liberovskaya.net/" target="_blank">http://www.liberovskaya.net/</a></p>
<p>KATHERINE LIBEROVSKAYA (CA) &amp; AL MARGOLIS (aka IF, BWANA) (US)<br />
&#8220;Frogfields&#8221;<br />
Vídeo: Katherine Liberovskaya<br />
Música: Al Margolis (IF, BWANA)<br />
2009-10, approx. 14 minutos</p>
<p>“Frogfields” é uma obra de vídeo experimental na qual se combinam variações de voltagem e áudio processado através de um sintetizador Sandine, concebida no contexto de uma residência artística que Liberovskaya e Margolis efectuaram na Experimental Television Center em Owego, NY. As filmagens de rãs foram captadas no jardim zoológico de Bronx, NY. “Frogfields” foi estreada em Junho de 2010, em Praga, República Checa, no âmbito de uma exposição individual na Galeria Skolska28.</p>
<p><a href="http://www.liberovskaya.net/" target="_blank">http://www.liberovskaya.net/</a><br />
<a href="http://www.myspace.com/ifbwana" target="_blank">http://www.myspace.com/ifbwana</a></p>
<p>PHILL NIBLOCK (US)<br />
Filme &#8211; &#8220;Portugal&#8221;, olhando o movimento das pessoas que trabalham ao longo da costa entre Peniche e Caminha, 1981<br />
Música &#8211; &#8220;EZAZ&#8221; (22 min, 2002), Art Zoyd Ensemble, Maubeuge, França, e &#8220;2 Lips &#8211; aka Nameless&#8221; (2009, 22,20) para duas orquestras, Laboratorium do Champ d&#8217;Action Ensemble, Antwerp (Peças encomendadas por ambos os ensembles), uma gravação a partir de 5 faixas estéreo (cerca de 75 músicos)</p>
<p><a href="http://www.phillniblock.com" target="_blank">http://www.phillniblock.com</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.binauralmedia.org%2Fnews%2Fpt%2Farchives%2F995&amp;title=S%C3%A1b%2C%2010%20Julho%3A%20Live%20Sets%20e%20Projec%C3%A7%C3%B5es%20Audiovisuais%20por%20Artistas%20em%20Resid%C3%AAncia">Share / Partilhar</a> </p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Candidatura para Residências Artísticas em 2011</title>
		<link>http://www.binauralmedia.org/news/pt/archives/874</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 16:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiscosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Aldeias de Magaio]]></category>
		<category><![CDATA[Nodar]]></category>
		<category><![CDATA[Voicescapes]]></category>

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		<description><![CDATA[ A Binaural/Nodar anuncia: MAGAIO VOICESCAPES A voz rural: sacralidade, ócio e trabalho Programa de Residências Artísticas de Nodar para 2011: Candidatura aberta para a apresentação de projectos artísticos   Período de apresentação de candidaturas: 1 Maio 2010 – 30 Setembro 2010    Disciplinas Artísticas: Poesia Sonora; Performance Vocal; Arte Sonora; Fonografia; Composição / Improvisação Acústica, Electroacústica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Magaio Voicescapes PT" src="http://www.binauralmedia.org/images/newsletters/05_2010/magaio_voicescapes_final_s.jpg" alt="" width="600" height="353" /><br />
<strong> A Binaural/Nodar anuncia:</strong></p>
<p><strong>MAGAIO VOICESCAPES<br />
A voz rural: sacralidade, ócio e trabalho</strong></p>
<p><strong>Programa de Residências Artísticas de Nodar para 2011: Candidatura aberta para a apresentação de projectos artísticos</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Período de apresentação de candidaturas:</strong></p>
<p>1 Maio 2010 – 30 Setembro 2010<strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Disciplinas Artísticas:</strong></p>
<p>Poesia Sonora; Performance Vocal; Arte Sonora; Fonografia; Composição  / Improvisação Acústica, Electroacústica ou Electrónica; Arte Rádio; Vídeo Performance</p>
<p>A candidatura é aberta a projectos artísticos centrados na voz, que  trabalhem aspectos como a origem, o significado, as relações do sagrado  (reconduzido ao seu significado e simbolismo ancestral de mistério e  símbolo), a voz como elemento na base de rituais, costumes e  superstições, capaz de encantar o ouvinte e de trazer mudanças profundas  no real, nas comunidades e no território, a voz como protagonista de  memórias, mitos, arquétipos, sabedoria popular transmitida ao longo dos  séculos, ou ainda a voz quotidiana, ferramenta de trabalho e vida.</p>
<p>Serão seleccionados 15 projectos artísticos a serem desenvolvidos  numa série de residências artísticas a decorrer entre Maio e Outubro de  2011 em interacção com o contexto de cada uma das 15 aldeias rurais do  maciço da Gralheira, aquelas que compõem a rede das “<a href="http://www.aldeiasdemagaio.org" target="_blank">Aldeias de Magaio</a>”:  Nodar, Sequeiros, Sete Fontes, Rompecilha, Macieira, Aldeia, Leirados,  Fujaco, Candal, Póvoa das Leiras, Covas do Rio, Covas do Monte, Pena,  Manhouce e Vilarinho.</p>
<p>Os trabalhos desenvolvidos serão apresentados ao público no início de  2012, no âmbito de um evento que incluirá concertos, exibição de  vídeos, conferências e uma exposição retrospectiva de todo o projecto.  Esta exposição terá um carácter itinerante e terá subjacente um programa  de actividades educativas.</p>
<p>Para informações adicionais sobre a candidatura, clicar <a href="http://www.binauralmedia.org/news/pt/artist-residency/open-call-2011" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.binauralmedia.org%2Fnews%2Fpt%2Farchives%2F874&amp;title=Candidatura%20para%20Resid%C3%AAncias%20Art%C3%ADsticas%20em%202011">Share / Partilhar</a> </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Locus in Quo de Manuela Barile @ Cerveira</title>
		<link>http://www.binauralmedia.org/news/pt/archives/345</link>
		<comments>http://www.binauralmedia.org/news/pt/archives/345#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 02:28:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiscosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Anna Hints]]></category>
		<category><![CDATA[Duncan Whitley]]></category>
		<category><![CDATA[Evelyn Müürsepp]]></category>
		<category><![CDATA[Field Recordings]]></category>
		<category><![CDATA[Manuela Barile]]></category>
		<category><![CDATA[MoKS]]></category>
		<category><![CDATA[Mooste]]></category>
		<category><![CDATA[Nodar]]></category>
		<category><![CDATA[Rui Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Video Installation]]></category>
		<category><![CDATA[Vocal Performance]]></category>

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		<description><![CDATA[LOCUS IN QUO Três instalações áudio/vídeo de Manuela Barile Fórum Cultural de Cerveira (Vila Nova de Cerveira) 18 Dezembro 09 &#8211; 16 Janeiro 10 Inauguração 18 Dezembro às 21h00 (com performance ao vivo) Locus in Quo – que significa “O lugar onde alguma coisa acontece” – é o título genérico de um corpo de trabalhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>LOCUS IN QUO<br />
</strong><strong><br />
Três instalações áudio/vídeo de </strong><strong><a href="http://www.manuelabarile.com/" target="_blank">Manuela Barile</a></strong><br />
<strong> Fórum Cultural de Cerveira (Vila Nova de Cerveira)<br />
18 Dezembro 09 &#8211; 16 Janeiro 10</strong></p>
<p><strong> </strong>Inauguração 18 Dezembro às 21h00 (com performance ao vivo)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Locus in Quo</em></strong> – que significa “O lugar onde alguma coisa acontece” – é o título genérico de um corpo de trabalhos baseados num único tema: o sentido dos lugares. O projecto é composto por duas instalações vídeo + uma série de fotografias e de objectos (<em>Pesa</em> e <em>Cá</em>), uma instalação sonora / performance (<em>Birdsoundcage</em>) e um concerto / performance ao vivo (<em>Oikos</em>). Estas componentes operam seja como uma obra única, seja como trabalhos independentes, embora conectados entre si.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Pesa</em></strong> é uma obra concretizada na forma de uma instalação vídeo em três ecrãs concebida a partir de uma performance <em>site-specific</em> realizada em Outubro 2008 durante uma residência artística no MoKS, Estónia. A mesma consistiu na construção de um ninho em vários lugares onde eu tive um sentimento de pertença (a casa abandonada, os abismos do lago, a pedra perto do lago, etc.). <em>Pesa</em> descreve a abordagem de um indivíduo que com melancolia e profunda consciência deixa o seu lugar, ao qual se sente ligado, para se meter a caminha em busca da sua nova “casa”. <em>Pesa</em> é um trabalho dedicado à casa, a casa da nossa infância e a todas as casas que abandonámos no arco da nossa vida. É uma interrogação ao sentido de abandono, a melancolia. A composição sonora foi constituída por sons da minha voz sem manipulação electrónica nos locais onde os ninhos foram construídos e depois abandonados, da gravações de campo (“field recordings”) dos mesmos locais e estrofes de canções tradicionais da Estónia sobre o tema do abandono.</p>
<p><img title="Pesa" src="http://www.binauralmedia.org/images/locus_in_quo/pesa_press.jpg" alt="" width="720" height="480" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Cá </em></strong>é uma instalação vídeo em dois ecrãs desenvolvida em consequência do caminho iniciado por Manuela Barile em Março de 2009, em busca das aldeias abandonadas na área do maciço da Gralheira (S. Pedro do Sul), a área de Portugal onde a artista vive desde há três anos.<em> </em>As aldeias abandonadas são lugares com uma forte identidade, são lugares vivos apesar serem desabitados, embora agora a natureza os absorva progressivamente. São lugares que estão ainda vivos, porque carregados de memória. Eles podem ser uma ponte com o passado&#8230; o nosso passado. <em>Cá</em> pretende seguir o trilho, colher, interrogar os sinais de vida e de memória, onde tudo parece acabado. Seguir os trilhos da memória significa uma reapropriarão das próprias raízes para restabelecer a ligação àquele sentido de autenticidade que se vai perdendo. A composição sonora é constituída pelos sons voz de Manuela Barile (sem manipulação electrónica) captados nas aldeias abandonadas, sons das aldeias abandonadas, estrofes de canções tradicionais da região (S. Pedro do Sul, Portugal).</p>
<p><img title="Ca" src="http://www.binauralmedia.org/images/locus_in_quo/ca_press.jpg" alt="" width="640" height="360" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Birdsoundcage</em></strong> é uma instalação sonora e vídeo. Uma gaiola de pássaro é recriada sonoramente numa sala vazia e asséptica. Lá dentro jaz um corpo imóvel, que para sobreviver auto constrói uma gaiola à sua medida feita de próteses. As próteses são obtidas através de ligaduras nos ramos de árvore fixadas nos membros inferiores e superiores. A matéria orgânica de que são feitas as próteses remete para os restos de um ninho, um lugar do passado que já não existe.</p>
<p><img title="Birdsoundcage" src="http://www.binauralmedia.org/images/locus_in_quo/birdsoundcage_press.jpg" alt="" width="600" height="480" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Créditos</strong></p>
<p>Conceito e Direcção Artística: Manuela Barile<br />
Performer Vocal e Composição Sonora: Manuela Barile<br />
Gravações Sonoras de Campo: Manuela Barile, “Birdsoundcage” &#8211; Duncan Whitley (Inglaterra)<br />
Registo e Montagem Vídeo: Manuela Barile<br />
Assistente vídeo: “Cá#1” João Rodrigues &amp; Luís Costa, “Birdsoundcage” Luís Costa<br />
Vozes Recitante: “Pesa” &#8211; Evelyn Müürsepp (Estónia)<br />
Vozes Cantantes: “Pesa” &#8211; Anna Hints (Estónia), “Cá” – Cantores Tradicionais da Região de S. Pedro do Sul (Portugal)<br />
Pós-produção de Som: “Pesa” e “Cá” &#8211; Rui Costa (Portugal), e “Birdsoundcage” &#8211;  Duncan Whitley (Inglaterra)<br />
Composição Áudio Multicanal: “Birdsoundcage” &#8211; Duncan Whitley (Inglaterra)<br />
Guarda-Roupa: Creazioni Ranieri (Bari, Itália), Brazukinha (Viseu, Portugal)<br />
Residências Artísticas: Moks (Estónia) e Centro de Residências Artísticas de Nodar (Portugal)<br />
Produção: Luis Costa e Carina Martins (Binaural)<br />
Apoio: Ministério da Cultura – Direcção Geral das Artes</p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.binauralmedia.org%2Fnews%2Fpt%2Farchives%2F345&amp;title=Locus%20in%20Quo%20de%20Manuela%20Barile%20%40%20Cerveira">Share / Partilhar</a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Exposição Binaural @ Teatro Viriato</title>
		<link>http://www.binauralmedia.org/news/pt/archives/310</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 14:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiscosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[Lezli Rubin-Kunda]]></category>
		<category><![CDATA[Nodar]]></category>
		<category><![CDATA[Rui Silveira]]></category>
		<category><![CDATA[Svetlana Bogomolova]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Viriato]]></category>

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		<description><![CDATA[A Binaural convida todos para a inauguração da mostra de vídeos “Nodar: Território Inscrito”, a ter lugar na sexta-feira, 13 Novembro às 18h30 no foyer do Teatro Viriato, Viseu. Teatro Viriato Largo Mouzinho de Albuquerque 3511 901 Viseu “Nodar: Território Inscrito” Quatro obras vídeo criadas no contexto rural de Nodar Numa colaboração entre a Binaural [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Binaural convida todos para a inauguração da mostra de vídeos “Nodar: Território Inscrito”, a ter lugar na <strong>sexta-feira, 13 Novembro às 18h30</strong> no foyer do Teatro Viriato, Viseu.</p>
<p style="text-align: justify;">Teatro Viriato<br />
Largo Mouzinho de Albuquerque<br />
3511 901 Viseu</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“Nodar: Território Inscrito”<br />
Quatro obras vídeo criadas no contexto rural de Nodar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Numa colaboração entre a Binaural e o Teatro Viriato apresenta-se entre 13 Novembro e 29 Dezembro de 2009 uma mostra de quatro trabalhos vídeo realizados no Centro de Residências Artísticas de Nodar em 2008 e 2009. Os vídeos a exibir no foyer do Teatro Viriato situam-se nos domínios da vídeo arte, da arte em espaço público e do documentarismo experimental e reflectem sobre diferentes formas de inscrição num território, seja a forma como o xisto moldou as aldeias rurais da zona de Nodar ou as marcas sociais acumuladas ao longo de séculos que tanto unem como separam membros de comunidades isoladas ou ainda a transiência cíclica da paisagem e o seu impacto sensorial.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone" title="Cartaz Exposição VIdeos Viriato" src="http://www.binauralmedia.org/images/cartaz_nodar_comp.jpg" alt="" width="600" height="424" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rui Silveira (Portugal)<br />
“Abrigo” 2009</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Numa região (o vale do rio Paiva) onde a arquitectura tradicional sofreu enormes transformações – resultantes não só da introdução de novos materiais e técnicas de construção, mas também pela importação de modelos arquitectónicos estrangeiros – sentimos muitas vezes que existe um tempo diferente em torno das construções que ainda mantêm as características originais da região. Estas casas, muitas das quais foram abandonadas, mais que simples abrigos, foram locais essenciais da vida diária da família. Estes gestos e acções extintos ecoam ainda nos seus muros de pedra. São memórias evocadas pelas divisões vazias, relatos de habitantes que ainda as lembram vivas, objectos que, deixados para trás, nos contam histórias. Pode falar-se de um tempo diferente dentro destas casas, um tempo indiferente à nossa presença, indiferente ao presente, um tempo que nos fala da identidade do território, de uma maneira muito própria de o construir e habitar que, pelo uso dos materiais, se relaciona quase mimeticamente com a paisagem natural. Partindo de relatos dos habitantes e gravações da ambiência destes locais, surge um objecto audiovisual híbrido que relaciona uma visão documental com outra linguagem mais experimental em torno do universo sonoro dos materiais usados para a sua construção – a pedra e a madeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Rui Silveira nasceu em Campo Maior em 1983 e vive em Lisboa. É licenciado em Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e embora a sua formação tenha sido em grade parte orientada para o design gráfico, sempre tentou dirigir os seus trabalhos para os meios audiovisuais. As relações entre som e imagem (vídeo ou fotografia) captaram desde o início a sua atenção e interesse. Participou com trabalhos no Festival Collision em Londres e nos Rencontres Internationales em Paris.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ruisilveira.com/">http://www.ruisilveira.com</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Joana Nascimento<br />
“SimLugares”, 2009</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“SimLugares” é um projecto que se interessa por território e paisagem, no sentido da relação entre pessoas num contexto (rural), e interacção entre pessoas e espaço (de que fazem uso e propriedade). Resistindo à leitura de não-lugares (Marc Augé), interessa à artista antes uma ideia de lugar comum associada ao reconhecimento psicogeográfico do lugar. Segundo Henri Léfebrve (pensador de cariz marxista), a activação de um lugar faz-se pelas suas dinâmicas, e o próprio significado de um determinado espaço tem menos a ver com a sua construção em si mesma, mas com os usos que permite.  Neste projecto a artista procurou produzir um conjunto de mapas (mentais, conceptuais, cognitivos) baseados em indicações orais da população local em torno de práticas pessoais no espaço da aldeia de Nodar. Trata-se de procurar entender o lugar no sentido das imagens, memórias, usos que lhes estão associadas, e através destes elementos e expôr o modo como as pessoas se relacionam com a paisagem que as rodeia.</p>
<p style="text-align: justify;">Joana Nascimento é uma artista visual portuguesa. Licenciou-se em Artes Plásticas – Escultura pela Faculdade de Belas Artes do Porto, onde actualmente desenvolveu uma investigação intitulada “Territorialização dos Espaços, [In]Visibilidades – Uma Abordagem ao Espaço e Tempo Performativo nas Práticas Artísticas para o Espaço Público”, no âmbito do segundo ano do Mestrado em Arte e Design para o Espaço Público. Em 2006/07 Obteve formação extracurricular em Cenografia e Intermedia na Akademia Sztuk Pieknych w Krakowie, Polónia. Faz parte do colectivo multidisciplinar “Inner-city”, cujos interesses se centram em abordagens locais ao espaço público e participou em várias exposições colectivas em Portugal, Espanha e Polónia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Svetlana Bogomolova (Rússia/Estónia)<br />
“Five Transient Videos”, 2009</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Five Transient Videos” é um grupo de cinco breves vídeos acerca da transiência de tudo à nossa volta, acerca da finitude – que une pessoas, animais e paisagem, o que é não é uma ideia triste, mas sim calma e poética. Essa é a percepção da artista acerca de Nodar – nada parecida com a depressão generalizada do Norte de onde a artista é originária &#8211; e que está relacionada com a ideia de auto-suficiência e de consciência de que tudo vem e vai. Este conhecimento é antigo e feminino e dá à artista muito poder – algo que poderia ser designado de místico, mas que ela prefere qualificar de pacificador e portador de confiança.</p>
<p style="text-align: justify;">Svetlana Bogomolova nasceu em São Petersburgo (Rússia) e vive actualmente na Estónia. É formada em media e publicidade pela Faculdade de Belas Artes de Tartu. Desenvolve projectos nos domínios da fotografia, vídeo, performance, instalação, design gráfico e multimédia. É membro do MoKS &#8211; Centro para a Arte e Prática Social e tem participado em diversas exposições, projecções, performances, instalações áudio e vídeo. Trabalha actualmente em vídeo arte, como VJ e como designer gráfica.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.svetabogomolova.com/">http://www.svetabogomolova.com</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lezli Rubin-Kunda (Israel)<br />
“Marking Stones”, 2008</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em “Marking Stones” a artista deambula pela aldeia local onde as pedras de xisto são usadas para construir paredes, casas, pavimentar estradas, delimitar propriedades. Ela responde às pedras encontradas em diferentes locais, marcando-as com incisões, desenhando nelas e decalcando-as em papel. O vídeo documenta as suas interacções espontâneas em cada local.</p>
<p style="text-align: justify;">Lezli Rubin-Kunda é uma artista multidisciplinar israelita que trabalha nas áreas da performance, instalação, fotografia e desenho. A sua prática nos últimos 10 anos tem-se focado em projectos “site-specific” explorando um ambiente através da intervenção directa, usando o seu corpo e os materiais disponíveis do local para desenvolver acções e criar configurações temporárias. O seu trabalho tem sido apresentado em festivais de performance, vídeo e multidisciplinares em diversos locais de Israel, Europa e América do Norte.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.lezlirubinkunda.com/">http://www.lezlirubinkunda.com</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Apoios:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fundação Calouste Gulbenkian<br />
Câmara Municipal de S. Pedro do Sul<br />
MokS (Estónia)<br />
Parallelo 41º (Itália)<br />
Alg-a (Espanha)<br />
Associação Aldeias de Magaio<br />
viseu.tv (Parceiro Media)</p>
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		<title>Projecto criado em Nodar @ Future Places, Porto</title>
		<link>http://www.binauralmedia.org/news/pt/archives/271</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 11:20:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiscosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Future Places]]></category>
		<category><![CDATA[Maile Colbert]]></category>
		<category><![CDATA[Nodar]]></category>
		<category><![CDATA[Video Installation]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Over the Eyes&#8220;, uma instalação vídeo criada em 2007 no Centro de Residências Artísticas de Nodar fez parte de uma exposição colectiva patente no Porto entre 13 e 17 Outubro 2007, no âmbito do festival de artes media Future Places, co-organizado pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e pela Universidade do Texas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8220;<a href="http://www.binauralmedia.org/news/artist-residency/artists-and-projects/2007-2007/maile-colbert/langswitch_lang/pt" target="_blank">Over the Eyes</a>&#8220;, uma instalação vídeo criada em 2007 no Centro de Residências Artísticas de Nodar  fez parte de uma exposição colectiva patente no Porto entre 13 e 17 Outubro 2007, no âmbito do festival de artes media <a href="http://www.futureplaces.org/" target="_blank">Future Places</a>, co-organizado pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e pela Universidade do Texas &#8211; Austin.</p>
<p><img title="Futureplaces" src="http://www.binauralmedia.org/images/futureplaces.jpg" alt="" width="578" height="293" /></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.binauralmedia.org%2Fnews%2Fpt%2Farchives%2F271&amp;title=Projecto%20criado%20em%20Nodar%20%40%20Future%20Places%2C%20Porto">Share / Partilhar</a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Moroloja @ Estúdio Performas, Aveiro (PT)</title>
		<link>http://www.binauralmedia.org/news/pt/archives/244</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 21:32:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiscosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Manuela Barile]]></category>
		<category><![CDATA[Nodar]]></category>
		<category><![CDATA[Puglia]]></category>
		<category><![CDATA[Video Intallation]]></category>
		<category><![CDATA[Vocal Perofrmance]]></category>

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		<description><![CDATA[MOROLOJA Uma instalação vídeo de Manuela Barile Performas &#8211; Estúdio de Artes Performativas, Aveiro (PT) De 9 a 19 de Setembro 2009 A artista multidisciplinar Manuela Barile, membro do colectivo de artes media Binaural, apresenta no lounge do Estúdio Performas uma instalação intitulada “Moroloja” , concebida e realizada no Centro de Residências Artísticas de Nodar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>MOROLOJA</strong><br />
<strong>Uma instalação vídeo de <a href="../members/manuela-barile/langswitch_lang/en" target="_blank">Manuela Barile</a></strong><br />
<a href="http://www.performas.org" target="_blank">Performas &#8211; Estúdio de Artes Performativas</a>, Aveiro (PT)<br />
De 9 a 19 de Setembro 2009</p>
<p><img src="http://www.binauralmedia.org/images/artists/moroloja/Moroloja_Performas.jpg" alt="" width="600" height="337" /></p>
<p style="text-align: justify;">A artista multidisciplinar Manuela Barile, membro do colectivo de artes media Binaural, apresenta no lounge do Estúdio Performas uma instalação intitulada “Moroloja” , concebida e realizada no Centro de Residências Artísticas de Nodar (S. Pedro do Sul) em Novembro de 2008 e  que consiste numa pesquisa visual e sonora da experiência simbólica e ritual do luto.</p>
<p><strong>Informações adicionais:</strong></p>
<p>Performas &#8211; Estúdio de Artes Performativas<br />
Teatro Avenida &#8211; Largo do Mercado, 1<br />
3800-223 Aveiro</p>
<p>Tel. 234 192 331</p>
<p><strong>MOROLOJA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Moroloja” é uma instalação vídeo de 11minutos, inspirada no hino a Demetra de Homero. Mostra uma mulher jovem vestida de preto. Ela está sozinha, sentada numa cadeira dentro de uma casa abandonada (em Nodar).</p>
<p style="text-align: justify;">Ela é Demetra, a deusa do grão e da fertilidade. Ela está a sofrer sozinha, porque perdeu a sua filha. Ela está a viver a experiência do luto. Na sua dor, ela é humana e vulnerável. Depois da imobilidade, começa um ritual de choro e cântico, aquele que evoca os lamentos de luto do Salento, no sul da Puglia, a região Italiana onde a artista nasceu.</p>
<p style="text-align: justify;">Os “Moroloja” são cânticos das “prefiche”, mulheres pagas para se lamentarem durante a vigília do luto da morte de alguém no Salento. Estas mulheres costumavam cantar músicas aflitivas com mímica violenta e frenética, misturada com choros e gritos. Levavam um lenço branco nas mãos que era sacudido e agitado, criando uma espécie de dança rítmica. Nestes cânticos antigos não existiam quaisquer referências ao conceito Cristão da morte e da ressurreição. Depois da morte, existe apenas a dissolução, a noite escura. Nos cânticos, as referências à morte personificada (Thanatos) e ao prenúncio da Fada que determina o destino eram frequentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Moroloja é uma reflexão sobre a experiência da dor. Aqueles afectados pela dor embarcam muitas vezes num processo de estranhamento, afastando-se do mundo porque não podem comunicar a intensidade do seu sofrimento. A dor é pois uma experiência íntima, o sofrimento prende-nos, expõe a nossa existência na sua fragilidade. A solidão e o sofrimento contaminam-se mutuamente. No entanto, a dor individual nunca pode ser separada da dor colectiva, da dor do mundo. Nesse sentido podemos falar de uma cosmologia da dor, de um sentido de sofrimento universal.</p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.binauralmedia.org%2Fnews%2Fpt%2Farchives%2F244&amp;title=Moroloja%20%40%20Est%C3%BAdio%20Performas%2C%20Aveiro%20%28PT%29">Share / Partilhar</a> </p>]]></content:encoded>
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